Mercado fechado
  • BOVESPA

    105.069,69
    +603,45 (+0,58%)
     
  • MERVAL

    38.390,84
    +233,89 (+0,61%)
     
  • MXX

    50.597,29
    -330,09 (-0,65%)
     
  • PETROLEO CRU

    66,22
    -0,28 (-0,42%)
     
  • OURO

    1.782,10
    +21,40 (+1,22%)
     
  • BTC-USD

    49.440,18
    +1.638,89 (+3,43%)
     
  • CMC Crypto 200

    1.367,14
    -74,62 (-5,18%)
     
  • S&P500

    4.538,43
    -38,67 (-0,84%)
     
  • DOW JONES

    34.580,08
    -59,71 (-0,17%)
     
  • FTSE

    7.122,32
    -6,89 (-0,10%)
     
  • HANG SENG

    23.766,69
    -22,24 (-0,09%)
     
  • NIKKEI

    28.029,57
    +276,20 (+1,00%)
     
  • NASDAQ

    15.687,50
    -301,00 (-1,88%)
     
  • BATS 1000 Index

    0,0000
    0,0000 (0,00%)
     
  • EURO/R$

    6,3953
    +0,0151 (+0,24%)
     

Desmatamento na Amazônia aumentou 22% em 1 ano, segundo dados do Inpe

·2 min de leitura

O Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) revelou que a taxa de desmatamento na Amazônia atingiu o nível mais alto em um intervalo de 15 anos. De acordo com o instituto, a taxa de desmatamento na Amazônia Legal Brasileira alcançou 13.235 km² no intervalo de agosto de 2020 a julho de 2021 — isso sinaliza um aumento de 21,97% em relação aos registros do período anterior.

Os dados foram obtidos a partir de imagens dos satélites Landsat ou similares, e o levantamento foi produzido a partir de análises da situação de 106 cenas prioritárias dos estados que formam a região. Neste cenário, o Pará é o estado com a maior taxa de desmatamento — a devastação por lá se estendeu por 5.257 km², o que representa 39,72% da área total. Em seguida, vem o Amazonas, com 2.347 km², o equivalente a 17,73%. Por fim, o Mato Grosso apresentou 2.263 km de área desmatada, que representam 17,10%.

Os 13.235 km² perdidos da floresta entre o período de 2020 e 2021 representam a maior desvastação desde 2006 (Imagem: Divulgação/Marizilda Cruppe/Amazon Watch/Amazônia Real)
Os 13.235 km² perdidos da floresta entre o período de 2020 e 2021 representam a maior desvastação desde 2006 (Imagem: Divulgação/Marizilda Cruppe/Amazon Watch/Amazônia Real)

A Amazônia abriga cerca de três milhões de espécies vegetais e animais, sendo também o lar de um milhão de indígenas. O atual ministro do Meio Ambiente, Joaquim Leite, destacou o desafio representado pelos dados, afirmando que mais ações precisam ser tomadas contra estes crimes — mas, de acordo com ele, os dados não refletem exatamente a situação dos últimos meses.

Durante a Conferência da ONU sobre Mudanças Climáticas (COP 26), realizada em Glasgow, na Escócia, o Brasil foi um dos países que assinou um grande acordo para dar fim ao desmatamento. O termo dedicou quase US$ 19,2 bilhões em fundos públicos e privados, e parte do valor será destinada às nações em desenvolvimento para restaurar as terras devastadas, combater incêndios e dar suporte às comunidades indígenas.

Vale destacar que o documento com os dados do Inpe mostra a data de 27 de outubro, mas foi divulgado somente no dia 18 de novembro — ou seja, o novo aumento do desmatamento só veio a público 22 dias após a elaboração do documento e do fim da COP26.

Fonte: Canaltech

Trending no Canaltech:

Nosso objetivo é criar um lugar seguro e atraente onde usuários possam se conectar uns com os outros baseados em interesses e paixões. Para melhorar a experiência de participantes da comunidade, estamos suspendendo temporariamente os comentários de artigos