Mercado abrirá em 6 h 27 min
  • BOVESPA

    109.101,99
    +1.088,52 (+1,01%)
     
  • MERVAL

    38.390,84
    +233,89 (+0,61%)
     
  • MXX

    52.508,35
    -314,88 (-0,60%)
     
  • PETROLEO CRU

    86,29
    -0,61 (-0,70%)
     
  • OURO

    1.841,20
    -1,40 (-0,08%)
     
  • BTC-USD

    38.836,33
    -3.000,09 (-7,17%)
     
  • CMC Crypto 200

    916,67
    -78,59 (-7,90%)
     
  • S&P500

    4.482,73
    -50,03 (-1,10%)
     
  • DOW JONES

    34.715,39
    -313,26 (-0,89%)
     
  • FTSE

    7.585,01
    -4,65 (-0,06%)
     
  • HANG SENG

    24.729,67
    -222,68 (-0,89%)
     
  • NIKKEI

    27.394,06
    -378,87 (-1,36%)
     
  • NASDAQ

    14.652,00
    -189,00 (-1,27%)
     
  • BATS 1000 Index

    0,0000
    0,0000 (0,00%)
     
  • EURO/R$

    6,1362
    +0,0061 (+0,10%)
     

Desinformação leva taxa de depressão pós-parto a dobrar na pandemia, diz USP

·1 min de leitura

A taxa de depressão pós-parto simplesmente dobrou durante a pandemia: 38% das mulheres relataram o transtorno. A estatística vem de um novo estudo promovido pela Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (FMUSP). A análise envolveu 182 pacientes do Hospital das Clínicas e do Hospital Universitário.

De acordo com o artigo, as pacientes que procuraram mais notícias (com uma média de 4,5 horas de busca de informação) apresentaram casos mais graves de depressão pós-parto. As mulheres que consumiram informações por meios como o WhatsApp apresentaram aumentos significativos, em comparação com o grupo que consumiu informações por veículos como jornais e televisão.

Sendo assim, os pesquisadores atribuem à desinformação a causa por trás desse aumento na taxa da depressão pós-parto. Outros fatores apontados pelos envovlidos foram: insegurança econômica e insegurança causada pela pandemia.

Depressão pós-parto dobra dobra na pandemia, aponta estudo da USP (Imagem: Alex Pasarelu/Unsplash)
Depressão pós-parto dobra dobra na pandemia, aponta estudo da USP (Imagem: Alex Pasarelu/Unsplash)

Os pesquisadores da USP ressaltam que, em muitos dos casos, a própria paciente não percebe que está depressiva e, se perceber, não comunica a seu médico. Com isso, a falta de um tratamento adequado pode fazer a doença durar ainda mais tempo e prejudicar o desenvolvimento da criança.

Segundo o Ministério da Saúde, os sintomas surgem até quatro semanas após o nascimento da criança, e o tratamento da depressão pós-parto é feito individualmente, conforme cada caso, com medicamentos antidepressivos combinados com psicoterapia. A Pasta ressalta que a melhor forma de prevenir a depressão pós-parto é cuidado de si mesma e da saúde mental.

Fonte: Canaltech

Trending no Canaltech:

Nosso objetivo é criar um lugar seguro e atraente onde usuários possam se conectar uns com os outros baseados em interesses e paixões. Para melhorar a experiência de participantes da comunidade, estamos suspendendo temporariamente os comentários de artigos