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Desigualdade marca premiação de medalhistas paralímpicos

·2 minuto de leitura

(Bloomberg) -- Com o início dos Jogos Paralímpicos de Tóquio muitos dos medalhistas podem receber prêmios em dinheiro menores do que os esportistas olímpicos, contrariando os ideais do evento de promoção da igualdade.

Austrália e Canadá não dão prêmios em dinheiro para paralímpicos que conquistam medalhas, embora distribuam recursos para medalhistas olímpicos. O país anfitrião compensa os atletas japoneses paralímpicos vencedores da medalha de ouro com cerca de 2 milhões de ienes (US$ 18.200) a menos do que no caso dos campeões olímpicos que chegam ao topo do pódio.

Embora o lema das Olimpíadas seja de “Unidade na Diversidade” e a competição tenha dado destaque a temas relacionados a igualdade e diversidade, a dificuldade financeira persiste para os Jogos Paralímpicos, que tradicionalmente recebem menos atenção do público e menos apoio financeiro. Em alguns casos, os comitês paralímpicos nacionais não têm recursos suficientes para compensar seus atletas na mesma medida que os esportistas olímpicos.

Cerca de 4.400 atletas do mundo inteiro competirão em 22 modalidades paralímpicas. O governo japonês e os organizadores vão realizar o evento de 13 dias praticamente sem espectadores, após um aumento nos casos Covid-19.

A diferença de premiação dos vencedores em relação aos atletas olímpicos pode chegar a milhares de dólares, de acordo com números fornecidos por comitês paralímpicos nacionais.

Alguns avanços foram implementados ao longo dos anos para reduzir essas diferenças. Desde 2008, a França concede o mesmo valor para os vencedores de medalhas paraolímpicas e olímpicas, de acordo com um porta-voz do Comitê Paraolímpico e Esportivo do país.

Tóquio 2020 também marca a primeira vez que os esportistas paralímpicos que conquistam uma medalha de ouro para os EUA receberão o mesmo prêmio em dinheiro de US$ 37.500 que os americanos vencedores nas Olimpíadas.

Já para os japoneses, a premiação que era igual no passado agora apresenta uma discrepância, após o Comitê Olímpico Japonês elevar o prêmio da medalha de ouro em 2016.

Uma porta-voz do Comitê Paralímpico Canadense informa que as restrições financeiras dificultaram a distribuição de prêmios financeiros para os vencedores de medalhas, mas que o comitê apoia esse esforço.

A compensação desigual não é vista como problema por todos os atletas paraolímpicos. O japonês Toru Suzuki, que está em sua quinta edição dos Jogos Paralímpicos disputando no salto em altura, conta que quando era mais jovem questionava porque paralímpicos como ele recebiam menos do que os atletas olímpicos. Ele diz que aceitou a disparidade, em parte por causa da diferença de popularidade dos dois eventos globais.

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©2021 Bloomberg L.P.

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