Mercado fechará em 33 mins
  • BOVESPA

    124.769,94
    -1.376,72 (-1,09%)
     
  • MERVAL

    38.390,84
    +233,89 (+0,61%)
     
  • MXX

    50.187,88
    -52,63 (-0,10%)
     
  • PETROLEO CRU

    71,97
    +0,06 (+0,08%)
     
  • OURO

    1.802,30
    -3,10 (-0,17%)
     
  • BTC-USD

    32.186,76
    -129,37 (-0,40%)
     
  • CMC Crypto 200

    779,02
    -14,72 (-1,85%)
     
  • S&P500

    4.406,80
    +39,32 (+0,90%)
     
  • DOW JONES

    35.008,07
    +184,72 (+0,53%)
     
  • FTSE

    7.027,58
    +59,28 (+0,85%)
     
  • HANG SENG

    27.321,98
    -401,86 (-1,45%)
     
  • NIKKEI

    27.548,00
    +159,80 (+0,58%)
     
  • NASDAQ

    15.085,00
    +156,50 (+1,05%)
     
  • BATS 1000 Index

    0,0000
    0,0000 (0,00%)
     
  • EURO/R$

    6,1464
    +0,0262 (+0,43%)
     

Desigualdade de gênero também domina private equity na Suécia

·2 minuto de leitura

(Bloomberg) -- Em uma das sociedades com maior igualdade de gênero, o setor de private equity mais uma vez se destaca como um bastião surpreendentemente teimoso de domínio masculino.

Apenas 19% dos assentos em conselhos de empresas de portfólio controladas por firmas de private equity são ocupados por mulheres, segundo estudo da HUI Research encomendado pela Associação Sueca de Private Equity e Venture Capital e publicado na quinta-feira. A parcela se compara a cerca de 30% dos assentos em empresas negociadas no índice Nasdaq OMX de Estocolmo. O relatório também citou um “grande desequilíbrio de gênero” no que diz respeito aos próprios comitês de investimento das firmas de private equity, onde as mulheres representam apenas 16%.

O private equity há muito tempo se destaca como uma das áreas das finanças de mais difícil acesso para mulheres. Uma análise da Bloomberg de 2019 revelou que as mulheres respondem por apenas 8% dos cargos de investimento sênior globalmente nas 10 maiores firmas que usam dívidas para aquisições. A falta de diversidade pode ser cada vez mais incômoda, pois os investidores finais, como fundos de pensão, exigem mais sensibilidade social dos gestores externos que contratam.

Algumas firmas de PE já estão reagindo. Com sede em Estocolmo, a EQT, maior gestora de private equity da Europa, deu o passo atípico de vincular um título recente a objetivos específicos de gênero. Na prática, a EQT pagará mais aos credores se não conseguir aumentar o número de mulheres em sua equipe de investimento ou se os conselhos de administração das empresas que controla não atenderem às metas de diversidade de gênero.

Historicamente, tem sido difícil atrair e manter as mulheres no setor. Estudos anteriores apontam para barreiras como o viés inconsciente daqueles que fazem as indicações, bem como uma falta de compromisso com a diversidade em private equity. Mas existem alguns sinais incipientes de melhora, de acordo com Monalotte Theorell Christofferson, presidente da Associação Sueca de Private Equity e Venture Capital.

“A indústria tem trabalhado muito mais ativamente nesse problema nos últimos anos”, disse Theorell Christofferson por telefone. “As empresas têm estabelecido metas para a representação de gênero. Há treinamento sobre o viés inconsciente, e a pressão vem tanto de funcionários quanto de investidores.”

More stories like this are available on bloomberg.com

Subscribe now to stay ahead with the most trusted business news source.

©2021 Bloomberg L.P.

Nosso objetivo é criar um lugar seguro e atraente onde usuários possam se conectar uns com os outros baseados em interesses e paixões. Para melhorar a experiência de participantes da comunidade, estamos suspendendo temporariamente os comentários de artigos