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Desemprego sobe ligeiramente no Reino Unido, mas permanece historicamente baixo

O desemprego no Reino Unido subiu para 3,6% no final de setembro, no entanto, permaneceu próximo ao seu nível mais baixo em quase meio século, segundo dados oficiais divulgados nesta terça-feira (15) pelo Escritório de Estatísticas Nacionais (ONS).

Nos três meses até o final de setembro, o índice de desemprego subiu de 3,5% nos três meses até o final de agosto, principalmente porque muitos britânicos deixaram o mercado de trabalho alegando doenças de longa duração - mais de 465 mil -, informou o ONS em nota.

3,6% é o nível mais baixo registrado desde 1974.

Ao mesmo tempo, sob o efeito da alta inflação, os salários continuaram caindo em termos reais -ajustados pela alta dos preços-, uma média de 2,7%, segundo a mesma fonte.

Como resultado, "não é surpreendente que os empresários que entrevistamos nos digam que a maioria dos conflitos está relacionada aos salários", disse Darren Morgan, diretor de estatísticas trabalhistas e econômicas da ONS.

"Em agosto e setembro, mais de meio milhão de dias de trabalho foram perdidos devido a greves, o número mais alto em dois meses em mais de uma década", acrescentou, especificando que a maioria ocorreu nos setores de transporte e comunicações.

A inflação no Reino Unido está acima de 10%, seu nível mais alto em quatro décadas, e deve aumentar ainda mais junto com o desemprego, à medida que as contas de energia e os preços dos alimentos não param de subir.

Consumidores e empresas serão atingidos ainda mais na quinta-feira, quando o ministro das Finanças, Jeremy Hunt, apresentar um orçamento que incluirá aumentos de impostos e cortes de gasto público.

bur-acc/zm/aa