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Desemprego recua para 12,1% e ainda atinge 12,9 milhões

·2 min de leitura
***FOTO DE ARQUIVO*** SÃO PAULO, SP, 22.07.2019 - Carteira de trabalho e previdência social. (Foto: Gabriel Cabral/Folhapress)
***FOTO DE ARQUIVO*** SÃO PAULO, SP, 22.07.2019 - Carteira de trabalho e previdência social. (Foto: Gabriel Cabral/Folhapress)

RIO DE JANEIRO, RJ (FOLHAPRESS) - A taxa de desemprego no Brasil recuou para 12,1% no trimestre encerrado em outubro de 2021. Mesmo com a queda, o país ainda registrou 12,9 milhões de desempregados no período.

Os dados foram divulgados nesta terça-feira (28) pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística).

No trimestre anterior, finalizado em julho de 2021, a taxa de desemprego estava em 13,7%. Entre agosto e outubro de 2020, era de 14,6%.

Pelas estatísticas oficiais, uma pessoa está desempregada quando não tem trabalho e segue à procura de novas oportunidades profissionais. O levantamento do IBGE considera tanto o setor formal quanto o informal.

A taxa de desocupação estimada pelo instituto (12,1%) ficou abaixo das expectativas do mercado financeiro. Analistas consultados pela agência Bloomberg projetavam indicador de 12,3% no trimestre encerrado em outubro de 2021.

No período, a população ocupada com algum tipo de trabalho chegou a 94 milhões de pessoas no país. O crescimento foi de 3,6% (3,3 milhões) frente ao trimestre anterior e de 10,2% (8,7 milhões) ante o mesmo intervalo de 2020.

"Essa queda na taxa de desocupação está relacionada ao crescimento da ocupação, como já vinha acontecendo nos meses anteriores. O aumento no número de ocupados ocorreu em seis dos dez grupamentos de atividades, a exemplo do comércio, da indústria e dos serviços de alojamento e alimentação", afirmou a coordenadora de Trabalho e Rendimento do IBGE, Adriana Beringuy.

O desemprego em patamar ainda elevado preocupa analistas, especialmente em um contexto de inflação alta, como é o caso atual.

Em conjunto, as dificuldades no mercado de trabalho e a escalada dos preços afetam o consumo das famílias, um dos motores do crescimento do país.

Não à toa, as previsões para o desempenho da atividade econômica em 2022 vêm sendo revisadas para baixo.

Analistas do mercado financeiro passaram a projetar crescimento inferior a 0,5% para o PIB (Produto Interno Bruto) do próximo ano, conforme o boletim Focus, divulgado pelo BC (Banco Central) na segunda-feira (27). A estimativa é de avanço de 0,42%.

Segundo analistas, a fragilidade da economia como um todo coloca em xeque a incipiente melhora do mercado de trabalho.

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