Mercado fechará em 2 h 26 min
  • BOVESPA

    113.605,73
    +93,34 (+0,08%)
     
  • MERVAL

    38.390,84
    +233,89 (+0,61%)
     
  • MXX

    48.538,70
    -262,98 (-0,54%)
     
  • PETROLEO CRU

    87,90
    +1,37 (+1,58%)
     
  • OURO

    1.777,00
    -12,70 (-0,71%)
     
  • BTC-USD

    23.431,45
    -379,36 (-1,59%)
     
  • CMC Crypto 200

    556,99
    -15,83 (-2,76%)
     
  • S&P500

    4.274,06
    -31,14 (-0,72%)
     
  • DOW JONES

    33.977,52
    -174,49 (-0,51%)
     
  • FTSE

    7.515,75
    -20,31 (-0,27%)
     
  • HANG SENG

    19.922,45
    +91,93 (+0,46%)
     
  • NIKKEI

    29.222,77
    +353,86 (+1,23%)
     
  • NASDAQ

    13.475,00
    -183,25 (-1,34%)
     
  • BATS 1000 Index

    0,0000
    0,0000 (0,00%)
     
  • EURO/R$

    5,2653
    +0,0335 (+0,64%)
     

Desemprego recua, mas rendimentos e informalidade preocupam

O desemprego no Brasil ficou em 10,5% no trimestre encerrado em abril, segundo divulgou nesta terça-feira (31) o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. A desocupação ainda atinge 11,3 milhões de brasileiros.

O desemprego recuou 0,7 ponto percentual em relação aos 3 meses anteriores e 4,3 pontos percentuais em relação ao mesmo período do ano anterior. É a menor taxa de desocupação para um trimestre encerrado em abril desde 2015, quando foi de 8,1%.

Já o rendimento médio real do trabalhador foi de R$ 2.569, uma estabilidade em relação ao trimestre anterior, mas com uma redução de 7,9% em relação ao mesmo trimestre de 2021.

Desemprego vem recuando

No levantamento anterior, a taxa de desemprego estava em 11,1%, atingindo 11,949 milhões de pessoas. Na mínima da série histórica, em 2014, chegou a 6,5%.

O resultado do trimestre veio melhor que o esperado pelo mercado. 25 consultorias e instituições financeiras ouvidas pelo Valor Data projetava uma taxa de 10,9% no trimestre encerrado em abril.

Ocupação bate recorde

O número de pessoas ocupadas alcançou 96,5 milhões, o maior da série histórica, iniciada em 2012, com alta de 1,1% (1,1 milhão de pessoas) na comparação com o trimestre que foi de novembro a janeiro. E houve um avanço de 10,3% (9 milhões de pessoas ) comparando com o mesmo trimestre de 2021.

Desemprego atinge 11,3 milhões de pessoas

A população desempregada foi estimada em 11,3 milhões de pessoas, mas houve um recuo de 5,8% em relação ao trimestre anterior - 699 mil pessoas a menos - e 25,3% (menos 3,8 milhões de pessoas desocupadas) em relação ao mesmo período do ano passado.

Informalidade ainda é grande na economia

A taxa de informalidade recuou para 40,1% da população ocupada, frente 40,4% no trimestre anterior, mas ainda acima da registrada no mesmo período do ano passado (39,3%), com 38,7 milhões de trabalhadores informais.

O número de trabalhadores por conta própria - 25,5 milhões de pessoas) -manteve-se estável comparando com os 3 meses anteriores, mas subiu 7,2% (mais 1,7 milhão de pessoas) em 1 ano.

O número de empregados sem carteira assinada no setor privado (12,5 milhões de pessoas) foi o maior da série. Esta fatia teve estabilidade em relação ao trimestre anterior, mas com uma alta expressiva de 20,8% (2,2 milhões de pessoas) no ano.

Nosso objetivo é criar um lugar seguro e atraente onde usuários possam se conectar uns com os outros baseados em interesses e paixões. Para melhorar a experiência de participantes da comunidade, estamos suspendendo temporariamente os comentários de artigos