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Desemprego pode ficar acima de 10% por dez anos consecutivos

·2 min de leitura
Close-up Of Businesspeople With Files Sitting On Chair
Recessão em 2014 e pandemia contribuíram com o cenário prolongado

(Getty Images)

  • Desemprego no Brasil pode seguir acima de 10% até 2025

  • Se projeção se confirmar, o país completará dez anos consecutivos com a taxa de dois dígitos

  • Segundo economistas, para que o desemprego caia, é necessário que o PIB cresça

O desemprego no Brasil pode seguir acima de 10% até 2025, apontam dados do Sistema de Expectativas de Mercado do Banco Central. Se essa projeção se confirmar, o país completará dez anos consecutivos com a taxa de dois dígitos.

Desde 2016, o Brasil registra desemprego acima de 10%, segundo o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística). Atualmente, a situação atinge 11,6% da população. De acordo com os economistas ouvidos pela UOL, o cenário prolongado é desastroso do ponto de vista social e econômico, já que é necessário que o PIB (Produto Interno Bruto) cresça para contornar o problema.

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“Historicamente, é preciso crescer mais de 2% para o desemprego cair. Pelo menos, essa é a nossa experiência até antes da pandemia", diz o economista Alexandre Schwartsman, ex-diretor de Relações Internacionais do Banco Central e sócio da consultoria Schwartsman & Associados.

De acordo com ele, a recessão que atingiu o país de 2014 a 2016 fez com que a taxa alcançasse os dois dígitos. A chegada da pandemia, no momento em que o país poderia começar a se reerguer, só contribuiu com a crise. “Assim, teremos toda uma geração, que começa com 18 anos e vai até 25 ou 27 anos, que não vai ter desenvolvido suas habilidades no mercado de trabalho”, explica.

O que diz o governo

Em nota enviada ao UOL, o Ministério do Trabalho e Previdência disse que não comenta "projeções individuais ou pontuais" sobre desemprego. Ainda assim, destaca que o mercado de trabalho brasileiro mostrou resiliência em meio à crise econômica provocada pela pandemia.

"No entanto, é importante relembrar os últimos dados disponíveis e as previsões a respeito da taxa de desocupação, anunciadas durante a pandemia, que não foram verificadas posteriormente. Ainda em 2020, diversas instituições de pesquisa e do mercado financeiro previram taxas de desemprego entre 18% e 23%, considerando o contexto da pandemia de covid-19. Esses resultados não ocorreram nem em 2020 nem em 2021", pontuou.

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