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Desemprego na África do Sul afeta quase um terço da população ativa

·1 minuto de leitura
As restrições por covid-19 afetaram de forma muito negativa a economia sul-africana

O índice de desemprego na África do Sul alcançou um nível recorde de 32,5% da população ativa entre outubro e dezembro de 2020, informou o órgão de estatísticas do governo nesta terça-feira (23).

Este é o nível mais alto desde o início da série estatística em 2008.

Em comparação com o terceiro trimestre de 2020, o número de desempregados aumentou 701.000, alcançando os 7,2 milhões, informou o Stats SA em um comunicado.

Representa "um aumento muito significativo de 1,7 pontos percentuais da taxa de desemprego oficial, até 32,5%", acrescentou.

A África do Sul, economia mais industrializada de todo o continente, já se encontrava em recessão quando a primeira onda de covid-19 atingiu com força o país desde março passado.

Meses de restrições sem trégua para conter o vírus asfixiaram a atividade econômica e destruíram dezenas de milhares de empregos.

O Stats SA afirmou que o índice de referência do desemprego subjacente, que não está incluso na taxa oficial, teve uma leve queda.

Outras 235.000 pessoas se integraram na categoria dos chamados "buscadores de trabalho desalentados", ou seja, um aumento de 8,7% entre o terceiro e quarto trimestre de 2020.

No entanto, o número de desempregados "por razões diferentes do desânimo" caiu em 1,1 milhão, o que equivale a 7,4%.

Como resultado de todos esses números, a taxa de desemprego "expandida", categoria que inclui pessoas muito desanimadas para buscar emprego de forma ativa, caiu 0,5 ponto percentual entre ambos os trimestres, marcando 42,6% no final de 2020.

sch/sn/ri/jv/ri/age/zm/aa