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Desemprego fica estável em março e renda cresce, diz iBGE

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A taxa de desemprego ficou em 11,1% no trimestre encerrado em março, estável em relação ao último trimestre do ano passado, segundo dados divulgados pelo IBGE. O índice é o menor para o período desde 2016. Entretanto, ainda são 11,9 milhões em busca de uma ocupação. As informações são de O Globo

Em relação aos três meses encerrados em fevereiro, a taxa ficou estável. Naquele mês, estava em 11,2% e havia sido a menor para o período desde 2016.

Segundo a coordenadora de Trabalho e Rendimento do IBGE, Adriana Beringuy, essa estabilidade é explicada porque é não houve crescimento na busca por trabalho.

Na metodologia do IBGE, para ser considerado desempregado, não basta não ter emprego. É preciso que a pessoa esteja buscando uma vaga de forma ativa.

Renda volta a crescer

A renda real do trabalhador voltou a crescer na comparação com o trimestre anterior. Avançou 1,5%, para R$ 2.548. Comparando com os três primeiros meses de 2021, o rendimento continua em forte queda - retração de 8,7%.

Em fevereiro a queda na renda tinha sido de 11,1%, a maior da série histórica iniciada em 2012.

Desemprego no Brasil é um dos piores do mundo

Um levantamento da agência de classificação de risco Austin Rating mostrou que a taxa de desemprego brasileira deve ficar entre as maiores do mundo em 2022: no ranking, o Brasil ocupa o 9º lugar de desemprego no ano (13,7%). Nos anteriores, o país esteve na 16ª posição (2021) e em 22ª em 2020.

O estudo compara 102 países, e o Brasil fica 2ª maior entre os membros do G20 – atrás só da África do Sul (35,2%). A última colocação foi ocupada pelo Japão, com 2,6% na taxa de desemprego.

Os dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) mostram que, em 2021, essa taxa média de desemprego foi de 13,2%, contra 13,8% em 2020.

Brasil fecha 2021 com quase 14 milhões de desempregados

O Brasil encerrou o ano de 2021 com um total de 13,9 milhões de pessoas desempregadas. A taxa média corresponde a 13,2%, o que representa uma leve melhoria com relação ao ano anterior. Os dados foram divulgados nesta quinta-feira (24) pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística).

Em 2020, primeiro ano da pandemia de Covid-19, marcado pelo fechamento do comércio e paralisação das fábricas, o índice de desempregou foi de 13,8%, um aumento considerável com relação ao de 2019, que fechou em 12%.

Ainda assim, a taxa de 2021 é a segunda maior da série histórica do IBGE, iniciada em 2012.

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