Mercado fechado
  • BOVESPA

    113.282,67
    -781,69 (-0,69%)
     
  • MERVAL

    38.390,84
    +233,89 (+0,61%)
     
  • MXX

    51.105,71
    -358,56 (-0,70%)
     
  • PETROLEO CRU

    73,95
    +0,65 (+0,89%)
     
  • OURO

    1.750,60
    +0,80 (+0,05%)
     
  • BTC-USD

    42.540,43
    +218,13 (+0,52%)
     
  • CMC Crypto 200

    1.067,20
    -35,86 (-3,25%)
     
  • S&P500

    4.455,48
    +6,50 (+0,15%)
     
  • DOW JONES

    34.798,00
    +33,18 (+0,10%)
     
  • FTSE

    7.051,48
    -26,87 (-0,38%)
     
  • HANG SENG

    24.192,16
    -318,82 (-1,30%)
     
  • NIKKEI

    30.248,81
    +609,41 (+2,06%)
     
  • NASDAQ

    15.319,00
    +15,50 (+0,10%)
     
  • BATS 1000 Index

    0,0000
    0,0000 (0,00%)
     
  • EURO/R$

    6,2556
    +0,0306 (+0,49%)
     

Desemprego entre jovens é “bomba-relógio”, alerta OIT

·2 minuto de leitura
Vendedor informal entrega produto pela janela para pessoa dentro de um ônibus
Renda de trabalhadores informais caiu 14% em 2020
(Gustavo Minas/Getty Images)
  • Crise de empregos pode "afetar a estabilidade social e política da América Latina e Caribe" 

  • Cerca de 26 milhões de pessoas perderam o emprego no ano passado

  • Qualidade do trabalho também preocupa entidade, já que 70% dos novos postos são informais

A Organização Internacional do Trabalho (OIT) divulgou um novo relatório que chama a atenção para as profundas sequelas que o desemprego, decorrente da pandemia, pode provocar na América Latina e Caribe.

De acordo com Vinicius Pinheiro, diretor reacional da entidade, "o impacto desproporcional da pandemia entre os jovens é uma bomba-relógio que poderia afetar a estabilidade social e política”, já fragilizada, da região. Cerca de 26 milhões de pessoas perderam o emprego em 2020 na América Latina, sendo jovens, mulheres e pessoas com baixa qualificação os mais afetados.

Leia também: 

A qualidade do trabalho também preocupa a OIT. Dois milhões de pequenas e médias empresas, que correspondem pela maior fatia de trabalho, fecharam as portas no ano passado, e cerca dos 70% novos postos criados nos maiores países da região são informais.

No ano passado, a renda dessa parcela de trabalhadores caiu 14%, enquanto os funcionários assalariados sofreram redução de 5%. A situação, para a OIT, contribui com o aumento da desigualdade e é fundamental que os governos encarem a crise de empregos, de modo que consigam desenvolver políticas que garantam boas condições no trabalho assalariado, com benefícios como atenção médica.

Quanto ao Brasil, a entidade recomenda a adoção de políticas integrais, consensuais e de grande alcance para geração de empregos. Pequenas e médias empresas também devem ser protegidas, bem como trabalhadores que vivem em situação de vulnerabilidade.

Caso os esforços não sejam empenhados, a OIT alega que a crise deixará “cicatrizes sociais e trabalhistas” a longo prazo.

Nosso objetivo é criar um lugar seguro e atraente onde usuários possam se conectar uns com os outros baseados em interesses e paixões. Para melhorar a experiência de participantes da comunidade, estamos suspendendo temporariamente os comentários de artigos