Mercado fechado
  • BOVESPA

    96.582,16
    +1.213,40 (+1,27%)
     
  • MERVAL

    38.390,84
    +233,89 (+0,61%)
     
  • MXX

    36.801,37
    -592,34 (-1,58%)
     
  • PETROLEO CRU

    36,42
    +0,25 (+0,69%)
     
  • OURO

    1.870,90
    +2,90 (+0,16%)
     
  • BTC-USD

    13.574,85
    +144,18 (+1,07%)
     
  • CMC Crypto 200

    266,04
    +23,36 (+9,63%)
     
  • S&P500

    3.310,11
    +39,08 (+1,19%)
     
  • DOW JONES

    26.659,11
    +139,16 (+0,52%)
     
  • FTSE

    5.581,75
    -1,05 (-0,02%)
     
  • HANG SENG

    24.476,78
    -109,82 (-0,45%)
     
  • NIKKEI

    23.131,57
    -200,37 (-0,86%)
     
  • NASDAQ

    11.185,75
    -157,00 (-1,38%)
     
  • BATS 1000 Index

    0,0000
    0,0000 (0,00%)
     
  • EURO/R$

    6,7514
    +0,0058 (+0,09%)
     

Desemprego cresce na Argentina e chega a 13,1% no segundo trimestre

·1 minuto de leitura

O índice é o mais alto desde 2004, segundo dados do Instituto Nacional de Estatística e Censos (Indec) A taxa de desemprego na Argentina cresceu no segundo trimestre e chegou a 13,1%, índice mais alto desde 2004, segundo dados divulgados nesta quarta-feira (23) pelo Instituto Nacional de Estatística e Censos (Indec). O mercado de trabalho foi impactado pelas medidas adotadas pelo governo de Alberto Fernández para combater a pandemia de covid-19. Assim como outros países, a Argentina limitou a circulação da população e paralisou parte de sua economia para conter o vírus. Segundo o Indec, a taxa de desemprego cresceu 2,7 pontos percentuais em relação ao trimestre anterior, quando já era de 10,4%. “Esses resultados refletem, em grande medida, o impacto que a pandemia de covid-19 teve sobre o mercado de trabalho”, disse o órgão. Ontem, o Indec informou que o Produto Interno Bruto (PIB) da Argentina recuou 16,2% no segundo trimestre, em relação aos três primeiros meses do ano. Na variação anual, a queda foi de 19,1%, superando o pior marca até então, de 16,3%, registrada no segundo trimestre de 2002.