Mercado fechado
  • BOVESPA

    105.069,69
    +603,45 (+0,58%)
     
  • MERVAL

    38.390,84
    +233,89 (+0,61%)
     
  • MXX

    50.597,29
    -330,09 (-0,65%)
     
  • PETROLEO CRU

    66,22
    -0,28 (-0,42%)
     
  • OURO

    1.782,10
    +21,40 (+1,22%)
     
  • BTC-USD

    49.434,27
    -3.567,07 (-6,73%)
     
  • CMC Crypto 200

    1.367,14
    -74,62 (-5,18%)
     
  • S&P500

    4.538,43
    -38,67 (-0,84%)
     
  • DOW JONES

    34.580,08
    -59,71 (-0,17%)
     
  • FTSE

    7.122,32
    -6,89 (-0,10%)
     
  • HANG SENG

    23.766,69
    -22,24 (-0,09%)
     
  • NIKKEI

    28.029,57
    +276,20 (+1,00%)
     
  • NASDAQ

    15.687,50
    -301,00 (-1,88%)
     
  • BATS 1000 Index

    0,0000
    0,0000 (0,00%)
     
  • EURO/R$

    6,3953
    +0,0151 (+0,24%)
     

Desemprego cai, mas informalidade sobe e rendimento real tem maior queda da história, mostra IBGE

·2 min de leitura

Por Rodrigo VIga Gaier e José de Castro

RIO DE JANEIRO/SÃO PAULO (Reuters) - A taxa de desemprego no Brasil voltou a cair, indo a 13,2% no trimestre encerrado em agosto, com aumento na população ocupada e no nível de ocupação, mas a informalidade cresceu e o rendimento real sofreu as maiores baixas da série histórica, informou o IBGE nesta quarta-feira.

A taxa de desocupação caiu 1,4 ponto percentual ante o trimestre terminado em maio (14,6%), com queda de 1,3 ponto contra agosto de 2020 (14,4%). A taxa de 13,2% é a mais baixa desde o nível de 12,9% do trimestre encerrado em maio de 2020.

A população desocupada recuou 7,7%, o equivalente a menos 1,1 milhão de pessoas ante o trimestre terminado em maio de 2021, totalizando 13,7 milhões de pessoas. Na comparação anual, o número ficou estável.

Já a população ocupada foi a 90,2 milhões, crescimento de 4,0% --ou mais 3,5 milhões de pessoas-- ante o trimestre móvel encerrado em maio. O nível da ocupação --percentual de pessoas ocupadas na população em idade de trabalhar-- foi estimado em 50,9%, aumento de 2,0 pontos percentuais no trimestre e de 4,1 pontos percentuais no ano.

Houve expansão tanto no número de empregados com carteira assinada (alta de 4,2% sobre o trimestre anterior) quanto sem carteira (+10,1%). Na comparação anual, o emprego sem carteira saltou 23,3%, com mais 2,0 milhões de pessoas no mercado, maiores variações da série histórica em termos percentuais e absolutos.

Com o aumento mais forte no emprego sem carteira, a taxa de informalidade subiu para 41,1% da população ocupada, ou 37,1 milhões de trabalhadores informais, contra 40% no trimestre anterior e 38% um ano antes.

Num sinal de condições ainda piores no mercado de trabalho, o rendimento real habitual sofreu a maior queda percentual da série histórica tanto no comparativo na margem quanto anual.

A queda sobre o trimestre anterior foi de 4,3%, enquanto sobre um ano antes o tombo foi de 10,2%, para uma renda média de 2.489 reais.

A massa de rendimento real habitual ficou estável em ambas as comparações, a 219,2 bilhões de reais.

Nosso objetivo é criar um lugar seguro e atraente onde usuários possam se conectar uns com os outros baseados em interesses e paixões. Para melhorar a experiência de participantes da comunidade, estamos suspendendo temporariamente os comentários de artigos