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8 mil pessoas perdem emprego após fim de pedágio no Paraná

·2 min de leitura
Rodovia no Paraná
Desligamento de funcionários só não foi total porque duas concessionárias seguirão atendendo as estradas mesmo sem as cobranças de taxas

(Getty Images)

  • Fim de pedágio no Paraná deixa mais de 8 mil desempregados

  • Cobrança deixou de ser realizada no último final de semana

  • Nova concessão está prevista somente para o final de 2022

Mais de oito mil pessoas começaram a semana desempregadas após o fim da cobrança de pedágio em 27 praças nas rodovias do Anel de Integração do Paraná. O contingente inclui tanto empregos diretos quanto indiretos de seis concessionárias: Rodonorte, Ecovia, Ecocataratas, Viapar, Caminhos do Paraná e Econorte.

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Conforme divulgado pela Gazeta do Povo, o total era de 2.431 postos diretos e 5.634 indiretos, estes afetados por conta do encerramento dos contratos com empresas terceirizadas.

A cobrança deixou de ser feita no último final de semana devido ao fim do contrato de concessão das empresas com o governo do Paraná, que durou 24 anos. O governo federal estima que o novo leilão de concessão será realizado somente no final de 2022.

Número de desligamentos poderia ser menor

Valtair Marques, presidente do Sindecrep-PR (Sindicato dos Empregados nas Empresas Concessionárias no Ramo de Rodovias e Estradas em Geral no Estado do Paraná), disse que “o governo e os políticos paranaenses poderiam ter feito mais para a preservação desses empregos”. Segundo ele, o atraso entre o contrato vigente e o novo impediu que os trabalhadores fossem absorvidos pelas novas concessionárias.

O presidente da entidade ainda comentou que a maior parte dos funcionários diretos “vive em cidades muito pequenas, onde a oferta de emprego é escassa” e lamenta: “Terão bastante dificuldade de se recolocar”.

Ainda assim, o número de desligamentos não foi total. A Econorte e a Caminhos do Paraná seguirão realizando o atendimento nas estradas por mais um ano, mesmo sem a cobrança do pedágio. O acordo com o governo foi homologado na Justiça por conta de pendências que ambas as concessionárias têm com o estado por conta de obras não realizadas.

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