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Desafios técnicos podem atrasar o cronograma de retorno à Lua em 2024

·2 minuto de leitura

A NASA ainda mantém seu ambicioso cronograma de retornar à superfície da Lua em 2024, mas, para isso, ela precisa dar conta de viabilizar todo o aparato tecnológico necessário em tempo. Em recente comunicado, o Government Accountability Office (GAO), órgão que, entre outras funções, administra as contas públicas do governo norte-americano, acredita que a agência espacial encontrará dificuldades de pousar na Lua dentro deste prazo.

O GAO diz, em nota, que um cronograma acelerado para cumprir essa data ambiciosa — incluindo os riscos técnicos — significa ser menos provável que um pouso lunar aconteça em 2024. Como um exemplo disso, o órgão apontou para os muitos projetos lunares que ainda se encontram em fase de testes, ou até mesmo apenas como um conceito (ou seja, ainda no papel).

De acordo com os planos da NASA, a missão Artemis III será a responsável por levar humanos de volta à Lua em 2024, marcando também o início de planos bem maiores da agência, como o estabelecimento de bases científicas na superfície lunar. Mas, antes de tudo isso, a agência espacial deve dar conta de realizar dois voos de testes. O primeiro é a missão Artemis I, que acontecerá no final deste ano com o auxílio de manequins em vez de astronautas; o segundo em 2023, mas dessa vez com uma tripulação a bordo da cápsula Orion durante esta missão, marcando a missão Artemis II, que será orbital — ou seja, ainda sem pouso na superfície, este que está previsto para acontecer com a Artemis III em 2024.

Principais etapas do Programa Artemis (Imagem: Reprodução/GAO)
Principais etapas do Programa Artemis (Imagem: Reprodução/GAO)

Estes dois testes (Artemis I e II) são destinados a avaliar, entre outros fatores, a performance do foguete Space Launch System (SLS) e da cápsula Orion, para saber se dão conta das futuras missões Artemis. “Artemis I e II devem ocorrer com sucesso — e quaisquer problemas descobertos durante eles devem ser resolvidos — antes que a NASA possa ter confiança nas habilidades necessárias para retornar os astronautas à superfície lunar”, disse o GAO.

Além disso, o GAO questionou os planos da NASA sobre a estação Gateway, que servirá como um ponto de apoio na órbita da Lua para os astronautas em missão na superfície do satélite natural. O projeto exige energia e tecnologias de propulsão que jamais foram usadas — e o desenvolvimento dessas tecnologias está atrasado.

De todo modo, o Programa Artemis precisará de uma ampla coordenação entre tantos projetos envolvidos se quiser sustentar a data de retorno à superfície da Lua em 2024. É necessário que todos os sistemas funcionem com segurança quando forem integrados e o desenvolvimento de cada um deles, por si só, ainda tem um longo caminho pela frente. O já acelerado cronograma da NASA agora tem ainda menos espaço para problemas inesperados.

Fonte: Canaltech

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