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Desafios do FMI na AL podem aumentar após eleições no Equador

Eric Martin
·2 minuto de leitura

(Bloomberg) -- O Fundo Monetário Internacional corre o risco de ter que renegociar seu segundo maior financiamento na América Latina após as eleições presidenciais do Equador.

Os candidatos que provavelmente avançaram para o segundo turno no país andino, Andrés Arauz e Yaku Pérez, criticaram os aumentos de impostos e cortes de gastos exigidos como parte de um empréstimo de US$ 6,5 bilhões assinado com o FMI no ano passado. Os comentários de ambos os candidatos evocam ao presidente da Argentina, Alberto Fernández, que iniciou negociações para reestruturar os empréstimos do FMI depois de assumir o poder em 2019.

Com um total de mais de US$ 50 bilhões, os empréstimos à Argentina e ao Equador representam a maior parte dos financiamentos do FMI na América Latina. O duplo impacto da Covid-19 e colapso dos preços do petróleo abalou o Equador, com 17 milhões de habitantes, gerando oposição da população ao Fundo, cujas demandas entraram em conflito com milhões de cidadãos que enfrentam o aumento do desemprego e pobreza.

“Este é um momento muito difícil para o FMI”, disse Michael Shifter, presidente do Inter-American Dialogue e professor da Universidade Georgetown. “O FMI busca estabilizar as economias e dar apoio, mas também exige certas reduções dos gastos públicos. É difícil em qualquer circunstância, mas especialmente agora.”

O empréstimo do Equador foi fechado no ano passado pelo atual presidente Lenin Moreno como parte dos planos para reestruturar os títulos do país e financiar o orçamento. O FMI já desembolsou US$ 4 bilhões.

Arauz, apoiado pelo ex-presidente esquerdista Rafael Correa e que venceu o primeiro turno com cerca de 32% dos votos, criticou o empréstimo do FMI no ano passado, mas disse a investidores neste mês que estaria disposto a trabalhar com o Fundo, de acordo com a Torino Capital, que organizou a teleconferência. A campanha de Arauz não quis confirmar os comentários.

Pérez, que representa o partido indígena Pachakutik e lidera por uma pequena margem na contagem de votos, com 20%, tem demonstrado oposição a negociações com o FMI.

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