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Derrota de virada para o Atlético-GO 'condena' Botafogo à Série B

João Pedro Fonseca
·2 minuto de leitura
RJ - Rio de Janeiro - 20/01/2021 - BRASILEIRO A 2020, BOTAFOGO X ATLETICO-GO - Caio Alexandre jogador do Botafogo durante partida contra o Atletico-GO no estadio Engenhao pelo campeonato Brasileiro A 2020. Foto: Thiago Ribeiro/AGIF
RJ - Rio de Janeiro - 20/01/2021 - BRASILEIRO A 2020, BOTAFOGO X ATLETICO-GO - Caio Alexandre jogador do Botafogo durante partida contra o Atletico-GO no estadio Engenhao pelo campeonato Brasileiro A 2020. Foto: Thiago Ribeiro/AGIF

Muitos se apegam à matemática, outros esperam uma forma de milagre. Mas os dois tipos de alvinegro, os calculistas e os fiéis, convergem na desesperança após a derrota por 3 a 1 para o Atlético Goianiense no Nilton Santos. Entre todas as sentenças dadas a esse time, a desta quarta-feira foi a mais contundente: pelas limitações do adversário; pelo impacto emocional de um revés de virada; e principalmente pelo adiantado da tabela — restam sete partidas para fugir de uma Série B que já bafora ar quente no cangote.

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Quando se está no fundo do poço, é preciso alcançar uma corda e escalá-la rumo à luz. Barroca apostou que Matheus Nascimento pudesse ser sua corda e deu ao atacante de 16 anos a primeira chance como titular no profissional. A opção foi ao encontro do que o próprio treinador pregava nas últimas semanas, quando argumentava que privilegiaria jogadores capazes de imputar energia nova a um time combalido.

Na teoria, fazia sentido. Primeiro porque se trata de uma equipe em situação extrema. Segundo porque não há alternativas no elenco que sirvam como contra-argumento. E o talento, mesmo que imaturo, é capaz de surpreender.

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Mas nem o reforço no ataque transformou o Botafogo em uma equipe mais agressiva. Barroca insistia para que Matheus Babi e Pedro Raul buscassem o jogo fora da área e explorassem entradas em diagonal. O pedido, porém, custou a se transformar em tramas articuladas, tanto que a principal chance do primeiro tempo, aos 36 minutos, deu-se em um lance de bola parada. Benevenuto testou após cobrança de escanteio e parou no goleiro Jean.

Aborrecidos pela morosidade da primeira etapa — ou motivados pelo pouco a perder —, os dois times voltaram do intervalo com mais apetite. A bola ficou menos tempo no meio-campo, e o intenso jogo de transição proporcionou mais emoção e chances de gol. Babi abriu o placar, aos 17, após rebote de Jean em finalização de Pedro Raul. Mas a corda que Barroca buscava logo começou a se enrolar no pescoço do próprio técnico.

O gol de empate de Danilo Gomes, apenas três minutos depois, foi mais que um balde de água fria. Ele acabou por expor como é duro, para times frágeis, lidar com situações emocionalmente adversas. A partir dali, o Botafogo se desmobilizou e se desorganizou. Zé Roberto virou aos 33, Vitor ampliou aos 46, mas a sentença do alvinegro já estava posta.

— A situação é muito complicada. Temos que trabalhar em silêncio agora. Trabalhar, trabalhar, trabalhar. Enquanto houver esperança, a gente vai se entregar ao máximo para tirar o Botafogo dessa situação — disse Caio Alexandre, em nítido esforço contra a apatia. — A gente vai lutar até o final.

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