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Derretimento do gelo da Groenlândia pode acelerar o aumento do nível do oceano

Um estudo revelou que o maior manto de gelo da Groenlândia está derretendo mais rápido do que se imaginava. A nova taxa de derretimento observada sugere que seis vezes mais gelo esteja se convertendo em água, contribuindo para o aumento do nível dos oceanos.

A pesquisa foi feita na corrente de gelo do nordeste da Groenlândia (Northeast Greenland Ice Stream – NEGIS). Correntes de gelo são um tipo de geleira em que o material se movimenta mais rapidamente que em seus arredores. Os cientistas usaram dados de GPS e modelos computacionais para estimar a perda de gelo pelas mudanças climáticas.

A Groenlândia está derretendo mais rapidamente do que se imaginava (Imagem: Jeremy Harbeck/NASA)
A Groenlândia está derretendo mais rapidamente do que se imaginava (Imagem: Jeremy Harbeck/NASA)

Desde 2012, o derretimento da NEGIS aumentou de tal forma que ela, em 10 anos, igualou sozinha a contribuição de toda a Groenlândia para o aumento do nível dos oceanos nos últimos 50 anos.

A causa dessa aceleração foi o rompimento de uma geleira na costa, permitindo que águas mais quentes atingissem a corrente de gelo. O efeito parece se prolongar pelo território, chegando a afetar áreas a 300 km de onde a NEGIS encontra o mar.

O que agrava o cenário, de acordo com Mathieu Morlighem, co-autor do estudo publicado na revista Nature, é que esse tipo de fenômeno pode estar acontecendo em outras partes da Groenlândia.

O aumento do nível dos mares pode afetar comunidades litorâneas ao redor de todo o mundo (Imagem: Jeremy Bishop/Unsplash)
O aumento do nível dos mares pode afetar comunidades litorâneas ao redor de todo o mundo (Imagem: Jeremy Bishop/Unsplash)

As atuais previsões para o aumento do nível do mar é de 22 a 98 centímetros até o final do século. Caso essas novas descobertas sejam confirmadas, o valor pode subir para níveis ainda mais preocupantes.

O aumento do nível dos oceanos é uma das graves consequências das mudanças climáticas, podendo afetar populações costeiras em todo o mundo.

Fonte: Canaltech

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