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Deputados vão apresentar ao STF notícia-crime contra Braga Netto

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*ARQUIVO* BRASÍLIA, DF, BRASIL, 22.04.2020 - O ministro-chefe da Casa Civil, general Walter Braga Netto. (Foto: Pedro Ladeira/Folhapress)
*ARQUIVO* BRASÍLIA, DF, BRASIL, 22.04.2020 - O ministro-chefe da Casa Civil, general Walter Braga Netto. (Foto: Pedro Ladeira/Folhapress)

SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - Os deputados federais Paulo Teixeira (PT-SP) e Bohn Gass (PT-RS), líder do partido na Câmara, vão ingressar com uma notícia-crime no STF (Supremo Tribunal Federal) contra o ministro da Defesa, Walter Braga Netto.

Os parlamentares citam a reportagem publicada pelo jornal O Estado de S. Paulo segundo a qual o ministro afirmou que não haveria eleições em 2022 se não houvesse voto impresso e auditável. De acordo com o Estado, a mensagem foi transmitida ao presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), e contou com a participação dos comandantes do Exército, da Marinha e da Aeronáutica.

Eles pedem ao ministro Alexandre de Moraes, do STF, que Braga Netto seja investigado no âmbito do inquérito dos atos antidemocráticos.

​"Trata-se, como se verifica, de ameaça grave à independência dos poderes Legislativo e Judiciário, especialmente do Tribunal Superior Eleitoral, instituição a quem a Constituição Federal atribui responsabilidade pela condução dos pleitos eleitorais, bem como um ataque às instituições republicanas e à ordem democrática nacional", afirmam os parlamentares no documento.

Os deputados dizem ainda que essa não é a primeira vez que o alto comando militar "investe contra as instituições democráticas". E citam episódio em que o general Eduardo Villas Boas, então comandante do Exército, escreveu numa rede social, às vésperas de julgamento de um habeas corpus do ex-presidente Lula (PT), que o Exército estava "atento às suas missões institucionais".

Os parlamentares afirmam que a conduta de Braga Netto consititui "crime contra a segurança nacional".

"Condutas como estas, reforçadas por publicações nas redes sociais que pregam ao fim e ao cabo, a ameaça de uma intervenção militar para constranger parlamentares do Congresso Nacional e os ministros das cortes superiores do poder Judiciário, atentando contra a própria independência destes, caracterizam crime contra as instituições democráticas e contra a Constituição, não tendo qualquer amparo na liberdade de expressão albergada pela Carta da República", seguem os deputados.

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