Mercado fechado
  • BOVESPA

    106.667,66
    +293,79 (+0,28%)
     
  • MERVAL

    38.390,84
    +233,89 (+0,61%)
     
  • MXX

    53.232,20
    -741,07 (-1,37%)
     
  • PETROLEO CRU

    86,81
    +1,38 (+1,62%)
     
  • OURO

    1.814,40
    +2,00 (+0,11%)
     
  • BTC-USD

    42.481,19
    +269,09 (+0,64%)
     
  • CMC Crypto 200

    1.009,15
    -0,24 (-0,02%)
     
  • S&P500

    4.577,11
    -85,74 (-1,84%)
     
  • DOW JONES

    35.368,47
    -543,34 (-1,51%)
     
  • FTSE

    7.563,55
    -47,68 (-0,63%)
     
  • HANG SENG

    24.112,78
    -105,25 (-0,43%)
     
  • NIKKEI

    28.257,25
    -76,27 (-0,27%)
     
  • NASDAQ

    15.232,00
    +26,00 (+0,17%)
     
  • BATS 1000 Index

    0,0000
    0,0000 (0,00%)
     
  • EURO/R$

    6,3135
    +0,0197 (+0,31%)
     

Deputados rejeitam requerimento de urgência de projeto que prevê ações de combate a atos terroristas

·1 min de leitura

BRASÍLIA — A Câmara dos Deputados rejeitou, nesta quarta-feira, o requerimento de urgência para o projeto de lei que prevê ações de combate a atos terroristas. Com autoria do deputado Vitor Hugo (PSL-GO), a proposta foi idealizada por Bolsonaro quando o presidente ainda era deputado federal, em 2016. Parlamentares contrários ao texto argumentam que o projeto ameaça o sistema democrático brasileiro.

O requerimento precisaria ser aprovado pela maioria absoluta dos votos, ou seja, receber 257 votos ''sim''. No entanto, a urgência na proposta recebeu 228 votos favoráveis contra 199. A rejeição impediu que o projeto pulasse etapas de tramitação e conseguisse ser votado em plenário ainda neste ano.

De acordo com o autor do texto, Vitor Hugo, a proposta tem a intenção de ''preservar vidas'', além de preservar ''o patrimônio público e privado''.

Desengavetado por parlamentares governistas há dois anos, o projeto é uma reedição de uma proposta apresentada pelo então deputado Jair Bolsonaro. Com mais de 30 artigos, o texto estabelece formação de agentes públicos para o combate ao terrorismo, usando a força policial. A iniciativa ainda autoriza a utilização de identidade falsa nas operações antiterroristas, além de permitir a infiltração de agentes nessas ações.

Parlamentares contrários ao texto alegam que o projeto é vago, o que pode permitir a perseguição política de movimentos sociais. Os deputados argumentam ainda que o texto criminaliza manifestações contrárias ao governo, uma vez que podem ser interpretadas como atos terroristas.

Nosso objetivo é criar um lugar seguro e atraente onde usuários possam se conectar uns com os outros baseados em interesses e paixões. Para melhorar a experiência de participantes da comunidade, estamos suspendendo temporariamente os comentários de artigos