Mercado fechado
  • BOVESPA

    108.108,54
    +1.440,88 (+1,35%)
     
  • MERVAL

    38.390,84
    +233,89 (+0,61%)
     
  • MXX

    52.887,94
    -344,26 (-0,65%)
     
  • PETROLEO CRU

    86,72
    +1,29 (+1,51%)
     
  • OURO

    1.842,50
    +30,10 (+1,66%)
     
  • BTC-USD

    41.851,53
    +126,42 (+0,30%)
     
  • CMC Crypto 200

    994,61
    -0,14 (-0,01%)
     
  • S&P500

    4.570,57
    -6,54 (-0,14%)
     
  • DOW JONES

    35.243,29
    -125,18 (-0,35%)
     
  • FTSE

    7.589,66
    +26,11 (+0,35%)
     
  • HANG SENG

    24.127,85
    +15,07 (+0,06%)
     
  • NIKKEI

    27.467,23
    -790,02 (-2,80%)
     
  • NASDAQ

    15.165,50
    -40,50 (-0,27%)
     
  • BATS 1000 Index

    0,0000
    0,0000 (0,00%)
     
  • EURO/R$

    6,2044
    -0,1027 (-1,63%)
     

Deputados franceses retomam debate sobre passaporte de vacinação

·2 min de leitura
Ministro da Saúde da França, Olivier Veran, fala na Assembleia Nacional, em Paris, em 3 de janeiro de 2022 (AFP/Stephane de Sakutin)

Os deputados franceses retomaram nesta terça-feira (4) o debate para a criação do passaporte de vacinação, interrompido na véspera apesar dos esforços do governo do presidente Emmanuel Macron, no momento em que o país registra um novo recorde de 300 mil casos diários de covid-19.

"Todas as condições estão dadas para termos um debate calmo", disse o presidente da sessão, Marc Le Fur (do partido conservador Os Republicanos), em uma sala cheia, após as acaloradas discussões da noite anterior entre o partido no poder e a oposição.

A Assembleia Nacional (Câmara dos Deputados) discute a obtenção de passaporte completo de vacinação para a entrada em eventos, restaurantes ou para viajar em trens intermunicipais. O atual passaporte sanitário inclui a possibilidade de apresentar teste negativo para covid-19 ou ter superado recentemente a doença.

Mas quando o governo pediu aos deputados que continuassem debatendo o projeto depois da meia-noite, para garantir que a lei pudesse ser aprovada nesta semana, o partido de oposição republicano, junto com a extrema direita e a esquerda radical, decidiram suspender a sessão.

A decisão colocou o partido de Macron, A República em Marcha (LREM), numa posição delicada: como não teve todos os seus deputados no hemiciclo durante a votação, apesar de ser maioria no Parlamento, a iniciativa da oposição avançou e o debate foi suspenso.

A imprensa francesa apontou que a decisão surpresa de LR, que apoiou a maior parte da legislação, é uma indicação da crescente tensão política antes das eleições presidenciais de abril, nas quais Macron está emergindo como candidato à reeleição.

O porta-voz do governo, Gabriel Attal, destacou que, com esta manobra, a oposição pretende "estragar o calendário" para a implementação do passaporte de vacinação por razões puramente políticas.

"Faremos tudo o possível para cumprir o cronograma definido", disse o porta-voz à rádio France Inter. O governo quer que a lei seja aprovada até 15 de janeiro.

O evento expôs as fraquezas do LREM, um partido que não conseguiu construir uma base sólida desde a ascensão meteórica de Macron à presidência em 2017.

As autoridades de saúde francesas registraram quase 300.000 novos casos de covid-19 nas últimas 24 horas, um novo recorde.

bur-sjw/js/cb/jvb-zm-sag/js/ap/mvv

Nosso objetivo é criar um lugar seguro e atraente onde usuários possam se conectar uns com os outros baseados em interesses e paixões. Para melhorar a experiência de participantes da comunidade, estamos suspendendo temporariamente os comentários de artigos