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Deputado do PL é flagrado com maços de dinheiro de desvio de emendas parlamentares, diz PF

·2 min de leitura

Imagens gravadas pela Polícia Federal flagraram o deputado federal Josimar de Maranhãozinho (PL-MA) carregando caixas com maços de dinheiro em seu escritório, em São Luís (MA), que seriam provenientes de desvios de emendas parlamentares. A ação controlada foi realizada com autorização do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Ricardo Lewandowski, em outubro do ano passado, e fez parte da Operação Descalabro. As imagens foram reveladas ontem pela revista “Crusoé”. O GLOBO confirmou o teor da investigação.

Maranhãozinho participou, na última quarta-feira, da cerimônia de filiação do presidente Jair Bolsonaro ao PL e circulou no evento na companhia do chefe da legenda, o ex-deputado Valdemar Costa Neto, que foi condenado no mensalão.

Segundo as investigações da PF, o esquema funcionaria da seguinte forma: prefeituras do Maranhão beneficiadas com o repasse de emendas contratariam empresas ligadas a Maranhãozinho para efetuar o desvio dos recursos.

A PF instalou câmeras e equipamentos de escuta no escritório do deputado para fazer o monitoramento. Nas escutas, os investigadores captaram diálogos sobre entregas de dinheiro. Em um das conversas, reveladas pela “Crusoé”, o deputado entrega uma caixa a um aliado e afirma: “Tem duzentos e cinquenta aí”.

Além disso, na última quinta-feira, a PF deflagrou outra operação contra o parlamentar, desta vez para investigar desvios na prefeitura de Zé Doca, cidade da qual sua irmã, Josinha Cunha (PL), é prefeita. Maranhãozinho foi novamente alvo de mandados de busca.

O gabinete de Maranhãozinho negou irregularidades e disse que os valores em espécie estavam declarados à Receita. Nas redes sociais, o deputado afirmou encarar com “naturalidade e tranquilidade” a investigação: “Tudo será devidamente esclarecido pela própria Justiça”, disse.

A Polícia Federal mantém outras investigações sobre desvios em emendas parlamentares. O colunista Lauro Jardim informou ontem que outro inquérito da PF, este sobre as emendas de relator que compõem o chamado “orçamento secreto” cita cerca de 30 parlamentares que podem ser alvo das investigações. Os nomes estão sob sigilo

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