Mercado fechado
  • BOVESPA

    123.576,56
    +1.060,82 (+0,87%)
     
  • MERVAL

    38.390,84
    +233,89 (+0,61%)
     
  • MXX

    51.633,91
    +764,43 (+1,50%)
     
  • PETROLEO CRU

    70,26
    -0,30 (-0,43%)
     
  • OURO

    1.812,90
    -1,20 (-0,07%)
     
  • BTC-USD

    38.298,29
    -1.356,85 (-3,42%)
     
  • CMC Crypto 200

    935,43
    -8,01 (-0,85%)
     
  • S&P500

    4.423,15
    +35,99 (+0,82%)
     
  • DOW JONES

    35.116,40
    +278,24 (+0,80%)
     
  • FTSE

    7.105,72
    +24,00 (+0,34%)
     
  • HANG SENG

    26.194,82
    -40,98 (-0,16%)
     
  • NIKKEI

    27.525,75
    -116,08 (-0,42%)
     
  • NASDAQ

    15.033,00
    -13,25 (-0,09%)
     
  • BATS 1000 Index

    0,0000
    0,0000 (0,00%)
     
  • EURO/R$

    6,1731
    +0,0076 (+0,12%)
     

Deputado bolsonarista diz que Eduardo Bolsonaro se 'acovardou' e que deu aval para dossiê antifascista

·2 minuto de leitura

Ex-aliados, o deputado federal Eduardo Bolsonaro (PSL-SP) e o deputado estadual Douglas Garcia (PTB-SP) bateram boca no Twitter e Garcia voltou a acusar o filho do presidente Jair Bolsonaro (sem partido) de dar aval para o dossiê contra “antifascistas”, que reuniu dados pessoais de opositores do governo. O bolsonarista chamou Eduardo de “mimado” e disse que ele se “acovardou” diante das investigações do caso.

“Você se acovardou quando viu que eu estava com quase uma centena de processos e investigações do MP! Você me deixou sozinho pois teve MEDO, mas eu bati no peito e tô enfrentando até hoje!”, publicou o deputado estadual.

Eduardo havia publicado que Douglas Garcia “quis protagonismo” quando foi eleito e só foi "dividir" algo com ele quando o caso do dossiê veio a tona.

“Douglas Garcia (...) foi eleito e quis protagonismo. Nos processos judiciais a mesma postura, só foi "dividir" algo quando foi acusado pela imprensa de ilegalmente passar nome de antifascistas para Embaixada EUA, daí disse que eu estava junto”, postou Eduardo.

O deputado estadual bolsonarista é acusado de ser um dos autores do dossiê, com o nome de pelo menos mil pessoas identificadas como militantes antifascistas, revelado no ano passado. À Justiça, ele negou a autoria e disse que Eduardo teria entregado o relatório ao governo dos Estados Unidos.

Douglas Garcia também é alvo do inquérito das fake news, conduzido pelo Supremo Tribunal Federal (STF). Ele era filiado ao PSL, mas foi expulso da sigla no ano passado.

A discussão no Twitter começou quando Eduardo fez uma série de postagens para rebater o chefe de gabinete de Garcia, Edson Salomão, que expôs nas redes o racha entre os ex-aliados. O assessor reclamou que Eduardo havia dito que problemas deveriam ser tratados no “privado”, mas o bloqueou na rede social. “Sempre estive a disposição para resolver qualquer desentendimento”, escreveu Salomão, que é o um dos fundadores do movimento Direita São Paulo.

“Dizer q está aberto p conversa interna e expor uma reclamação publicamente é no mínimo cínico e já diz mto sobre vc”, retrucou Eduardo Bolsonaro.

Eduardo diz que parou “de seguir Douglas, assim como ele já fez comigo” e que bloqueou "outros assessores seus que me batem sem qualquer motivo também” por “levar porrada e receber energia negativa”.

Garcia retrucou:

“Vc deixou de me seguir porque é mimado e eu não gosto de bajular ninguém. Não foi meu papai que me entregou a cadeira de deputado, se eu cheguei aqui, foi por mérito”.

Nosso objetivo é criar um lugar seguro e atraente onde usuários possam se conectar uns com os outros baseados em interesses e paixões. Para melhorar a experiência de participantes da comunidade, estamos suspendendo temporariamente os comentários de artigos