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Depois de se entregar, Zé Trovão pede a Alexandre de Moraes para ser solto

·1 min de leitura

BRASÍLIA — Depois de se entregar à Polícia Federal nesta terça-feira após ter passado quase dois meses foragido no México, o líder caminhoneiro bolsonarista Marcos Antônio Pereira Gomes, conhecido como Zé Trovão, pediu ao Supremo Tribunal Federal (STF) para ser colocado em liberdade.

O pedido foi feito após a realização de uma audiência de custódia determinada pelo ministro Alexandre de Moraes, autor da ordem de prisão contra o caminhoneiro por incitar violência e atos antidemocráticos nas manifestações de 7 de setembro.

A referida audiência se realizou por videoconferência e foi presidida pelo Desembargador Airton Vieira, Magistrado instrutor do Gabinete do Ministro, que ouviu Zé Trovão.

De acordo com nota divulgada pelos advogados de Trovão, na audiência foi acordado que a defesa apresentaria pedido de liberdade, que será apreciado pela Procuradoria-Geral da República (PGR) e posteriormente decidido. O habeas corpus já foi protocolado.

Zé Trovão era dono do canal no Youtube "Zé Trovão a voz das estradas", que, antes de ser retirado do ar, tinha mais de 40 mil inscritos. Em seus vídeos e postagens, chamava a população para ir a Brasília e exigia a "exoneração dos 11 ministros do STF". Em outras publicações, fez ataques à CPI da Covid, no Senado, além de ter participado de "motociatas" em favor do presidente Jair Bolsonaro.

No final de agosto, mesmo proibido de usar as redes sociais, Zé Trovão participou de uma live feita pelo blogueiro Oswaldo Eustáquio. À época, o caminhoneiro continuou incitando a realização de atos contra o Supremo.

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