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Democracias mundiais devem se unir na política comercial, afirma Biden

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O presidente eleito dos Estados Unidos, Joe Biden, dirige-se a jornalistas durante coletiva de imprensa em Wilmington, Delaware, 16 de novembro de 2020
O presidente eleito dos Estados Unidos, Joe Biden, dirige-se a jornalistas durante coletiva de imprensa em Wilmington, Delaware, 16 de novembro de 2020

O presidente eleito Joe Biden afirmou nesta segunda-feira (16) que os Estados Unidos devem unir forças com outras democracias mundiais para apresentar uma frente unida na política comercial global como um contrapeso à China.

"A ideia de que estamos enfiando o dedo nos olhos de nossos amigos e abraçando autocratas não faz sentido para mim", disse Biden em entrevista coletiva para discutir seu plano econômico.

Durante seu governo, o presidente Donald Trump estabeleceu uma política comercial agressiva contra amigos e inimigos, impondo tarifas sobre aço, alumínio e outros produtos do Canadá, México e União Europeia, além da China.

"Precisamos estar alinhados com as outras democracias para que possamos definir as regras do caminho, em vez de ter a China e outros ditando os resultados porque são o único jogo na cidade", explicou Biden.

O governo Trump evitou organizações multilaterais e se voltou contra a Organização Mundial do Comércio (OMC), dizendo que era injusta com os EUA, paralisando o órgão de solução de disputas comerciais e bloqueando a nomeação de um novo diretor-geral.

Mas a retórica de Trump foi sensivelmente mais amigável em relação à Rússia e à Coreia do Norte, uma nação pária que, no entanto, teve direito a duas reuniões com o presidente dos Estados Unidos.

Biden afirmou ter conversado com alguns líderes mundiais em termos gerais sobre questões comerciais, mas se recusou a entrar em detalhes com eles sobre o que poderia ser feito - incluindo se os Estados Unidos se uniriam a um novo pacto de livre comércio da Ásia-Pacífico - porque "há apenas um presidente de cada vez".

O presidente eleito, porém, garantiu que não seguirá uma política comercial "punitiva", tornará os trabalhadores americanos mais competitivos e garantirá que os líderes trabalhistas e ambientais "estejam à mesa em todos os acordos comerciais que fizermos".

hs/ft/am