Mercado abrirá em 2 h 43 min
  • BOVESPA

    113.430,54
    +1.157,53 (+1,03%)
     
  • MERVAL

    38.390,84
    +233,89 (+0,61%)
     
  • MXX

    54.564,27
    +42,84 (+0,08%)
     
  • PETROLEO CRU

    79,32
    +0,45 (+0,57%)
     
  • OURO

    1.940,70
    -4,60 (-0,24%)
     
  • BTC-USD

    22.985,83
    +44,48 (+0,19%)
     
  • CMC Crypto 200

    524,33
    +5,54 (+1,07%)
     
  • S&P500

    4.076,60
    +58,83 (+1,46%)
     
  • DOW JONES

    34.086,04
    +368,95 (+1,09%)
     
  • FTSE

    7.783,79
    +12,09 (+0,16%)
     
  • HANG SENG

    22.072,18
    +229,85 (+1,05%)
     
  • NIKKEI

    27.346,88
    +19,77 (+0,07%)
     
  • NASDAQ

    12.127,00
    -25,00 (-0,21%)
     
  • BATS 1000 Index

    0,0000
    0,0000 (0,00%)
     
  • EURO/R$

    5,5269
    +0,0113 (+0,20%)
     

Demissões no Google: confira os setores mais afetados

CEO da empresa, Sundar Pichai, afirmou que cortes ocorreram por todas divisões da companhia

Google: empresa demitiu 12 mil trabalhadores em diversas áreas
Google: empresa demitiu 12 mil trabalhadores em diversas áreas
  • CEO da empresa, Sundar Pichai, afirmou que cortes ocorreram por todas divisões da companhia;

  • Google pode aproveitar a oportunidade para encerrar divisões que não estavam indo para frente;

  • Demissão de 12 mil trabalhadores representou a saída de 6% da força de trabalho do Google.

Sundar Pichai, CEO da Alphabet, empresa mãe do Google, anunciou nesta sexta-feira (12) uma demissão em massa de 12 trabalhadores da gigante de tecnologia americana. Em seu e-mail interno aos empregados, Pichai afirmou que o corte de funcionários ocorreria de maneira transversal na companhia, atingindo diferentes setores, localidades e níveis.

Com o passar do dia, analistas já conseguem estimar quais as áreas que mais foram afetadas pelos cortes. Confira.

Hardware

O time de hardware, responsável por produtos como o smartphone Google Pixel e a linha auxiliar, Pixel Watch e Pixel Buds, o console de videogame Stadia e os auto-falantes Nests, pode ter sido um dos mais afetados. Um analista descreveu a divisão como "um negócio que fica quase no zero a zero".

X

Pouco conhecida, a divisão X é responsável por tentar criar tecnologias disruptivas para resolver problemas tidos como insolucionáveis. Um dos protótipos mais famosos do setor é o Waymo, um carro autônomo. Recentemente a unidade mudou seu foco para tentar desenvolver ideias mais comerciais, como um acordo com a empresa alimentícia Driscoll para ajudar fazendeiros a criarem morangos mais saborosos. Analistas afirmam que a Alphabet pode cortar fundos ou até mesmo acabar com alguns dos projetos mais futurísticos da X.

Chrome

O navegador Chrome é um dos grandes produtos do Google, possuindo uma fatia de dois terços do mercado de navegadores. No entanto, a divisão emprega cerca de 500 pessoas, fazendo com que ela seja uma das primeiras a sofrer uma redução.

Google Fiber e Fi

A companhia de cabos de fibra óptica do Google e internet Wi-Fi da Google pode acabar sendo desativada com os novos cortes. O serviço foi lançado em 2010 com uma recepção extremamente positiva do público. No entanto, em 2016 a empresa anunciou uma pausa na expansão do serviço frente à competição de empresas como Comcast e AT&T nos Estados Unidos. No ano passado a empresa divulgou que voltaria a investir na divisão, mas desde então nada tangível foi feito.

Maps e Waze

Muitos motoristas nem sabem, mas os aplicativos rivais de rota Maps e Waze são do Google. A própria empresa vê a propriedade de ambos como uma redundância e anunciou no ano passado que uniria ambos aplicativos em um só. A CEO da Waze, Neha Parikh já está para sair após um período de transição e, com os cortes, os 500 trabalhadores da divisão podem ser um dos mais afetados.

Google Podcasts

A empresa está reformulando sua estratégia em volta do formato de podcasts, pensando em abandonar sua plataforma própria para o gênero e aumentar a participação do YouTube nos programas. O app não recebe uma atualização há mais de um ano, quando anteriormente os updates eram constantes.

Para os analistas isso é um claro sinal de que o Google está abandonado o aplicativo em favor da marca do YouTube. Essa não seria a primeira vez que a empresa de tecnologia faz isso, encerrando seu aplicativo Google Play Music em favor do YouTube Music.