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Demissões entre janeiro e fevereiro nos EUA atingem maior nível desde 2009, mostra relatório

Pessoas fazem fila em centro de emprego em Kentucky, EUA

Por Akash Sriram

(Reuters) - As demissões por empresas norte-americanas em janeiro e fevereiro atingiram o maior nível desde 2009, com o setor de tecnologia respondendo por mais de um terço dos mais de 180.000 cortes de empregos anunciados, mostrou um relatório nesta quinta-feira.

Somente em fevereiro, as demissões nos Estados Unidos chegaram a 77.770, mais de cinco vezes os 15.245 cortes de empregos anunciados no ano anterior, de acordo com o relatório da Challenger, Gray & Christmas Inc.

"No momento, a maior parte dos cortes está ocorrendo em tecnologia. (Setores de) varejo e financeiro também estão cortando agora, já que os gastos do consumidor correspondem às condições econômicas", disse Andrew Challenger, vice-presidente sênior da empresa.

Empresas de tecnologia como Microsoft Corp, Alphabet Inc e PayPal Holdings demitiram milhares de funcionários este ano em um esforço para conter os gastos e proteger as margens em meio a uma perspectiva econômica incerta.

"As demissões que muitas dessas empresas estão anunciando são bem-vindas aos investidores, meio que dimensionando corretamente a estrutura de custos, racionalizar o crescimento está sendo recompensado no mercado", disse James Tierney, diretor de investimentos da empresa de gestão de ativos Alliance Bernstein.

Ações da Alphabet, Microsoft, Amazon.com Inc e Meta Platforms Inc. subiram entre 6% e 54% até agora este ano, depois de caírem entre 29% e 64% em 2022.

O chair do Federal Reserve, Jerome Powell, reafirmou na quarta-feira sua mensagem de aumentos mais altos e potencialmente mais rápidos nos juros, o que pode forçar as empresas a cortar mais empregos.

As empresas norte-americanas anunciaram planos de contratar 28.830 trabalhadores em fevereiro, uma queda de 87% em relação aos 215.127 do ano anterior, acrescentou o relatório.

(Reportagem de Akash Sriram em Bengaluru)