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Demanda por petróleo está em alta, mas não como antes da Covid

·2 minuto de leitura

(Bloomberg) -- A demanda por petróleo está quase de volta, só que não exatamente como antes da Covid-19.

Com as restrições globais que resultaram em menos férias, refeições em restaurantes e uso de serviços, as pessoas agora passam mais tempo em casa.

Isso causou um boom no comércio de mercadorias físicas, aumentando a demanda por nafta para fabricar plástico, e impulsionou o uso de diesel para mover os caminhões e trens que entregam todas essas coisas. Outra demanda em alta: o consumo de gás liquefeito de petróleo, um combustível comum de cozinha em partes da Ásia. No lado negativo, o uso de combustível de aviação continua muito fraco, pois os voos ainda não foram totalmente retomados. Nem o uso de gasolina foi completamente normalizado, embora parte da população ainda evite o transporte público.

Essa dinâmica tem implicações em toda a indústria do petróleo. Produtores líderes em nafta e gases liquefeitos de petróleo estão diante de preços mais elevados. Essa é uma das razões pelas quais os barris extraídos de campos no Mar do Norte e depósitos de gás de xisto dos EUA têm conseguido grandes prêmios sobre os tipos exportados do Oriente Médio, segundo operadores.

O maior ganhador nos últimos meses foi a nafta. A demanda em junho aumentou 11%, ou 660 mil barris por dia, acima do volume no mesmo mês de 2019, segundo dados da Agência Internacional de Energia, com sede em Paris. A demanda por GLP subiu 7,2%, ou 880 mil barris por dia, acima dos níveis pré-pandemia.

Em contraste, o consumo de combustível de aviação e da gasolina permanece particularmente fraco, em 3,96 milhões de barris por dia no mês passado, abaixo dos níveis de junho de 2019. A demanda geral por derivados de petróleo caiu 2,7 milhões de barris por dia em junho em comparação com dois anos antes.

Refinarias de petróleo com capacidade associada para produzir produtos petroquímicos se beneficiaram com a mudança de comportamento do consumidor, aproveitando uma expansão mais ampla na indústria química. Outras refinarias, especialmente na Europa, foram obrigadas a paralisar as operações, porque a demanda não era forte o suficiente.

A AIE estima que a demanda por petróleo em junho estava cerca de 3% abaixo do nível no mesmo mês de 2019, antes da pandemia. A agência prevê que, em dezembro, o consumo estará praticamente de volta à paridade.

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©2021 Bloomberg L.P.

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