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Demanda por frete rodoviário no agro do Brasil tem alta de 9,5% no ano até setembro, diz Repom

Por Gabriel Araujo
·2 minutos de leitura
Trucks lineup at Brasil Terminal Portuario at the Port of Santos in Santos
Trucks lineup at Brasil Terminal Portuario at the Port of Santos in Santos

Por Gabriel Araujo

SÃO PAULO (Reuters) - A demanda por fretes rodoviários no agronegócio do Brasil acumulou alta de 9,5% entre janeiro e setembro ante igual período do ano anterior, indicou nesta quarta-feira o Índice de Fretes e Pedágios Repom (IFPR).

Considerando apenas o mês de setembro, a demanda foi 4,6% superior à de mesma etapa de 2019, acrescentou a Repom, marca que atua em soluções de gestão e pagamento de despesas para frota própria e terceirizada da Edenred Brasil.

O agronegócio tem sido um dos setores com menor impacto em meio à pandemia de Covid-19, apoiado por fatores como a firme demanda por exportações, especialmente da China, e a desvalorização do real frente ao dólar, que aumenta a competitividade de produtos agrícolas brasileiros no mercado externo.

Os resultados também acompanham a safra abundante de grãos do país em 2019/20, estimada pela Companhia Nacional do Abastecimento (Conab) em 257,7 milhões de toneladas.

No mês passado, ao divulgar o IFPR, a Repom já havia destacado que, ao contrário de outros setores, o agronegócio evitou a depressão econômica nos meses de abril e maio, que marcaram o auge das medidas restritivas, e registrou um pico de movimento no período.

Nesta quarta, a Repom destacou ainda que os resultados do agronegócio superam indústria e varejo, mas que a retomada das atividades econômicas no Brasil tem dado suporte também a estes --de acordo com o IFPR, a demanda por fretes no segmento de indústria e varejo teve alta de 8,4% nos nove primeiros meses do ano e de 19,9% em setembro.

"O ritmo positivo bastante expressivo da indústria e do varejo confirma que a depressão no setor foi superada. A taxa de ritmo diário de setembro superou em 25% o período pré-pandemia e comparativamente ao mês de abril, o pior mês do ano em emissões, a recuperação foi de 40 pontos percentuais", disse em nota o head de Mercado Rodoviário da Edenred Brasil, Thomas Gautier.

Em comunicado, a Repom acrescentou que a expectativa é que o ritmo continue em outubro, "período bastante relevante em termos de movimentação de cargas rodoviárias".