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Demanda por farelo e óleo de soja do Brasil avança com greve na Argentina, diz Abiove

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Armazém com soja em Santos (SP)

SÃO PAULO (Reuters) - Uma paralisação nas atividades portuárias e de processamento de grãos na Argentina desde 9 de dezembro tem feito com que a demanda externa por óleo e farelo de soja se incline para um de seus principais concorrentes, o Brasil, disse nesta terça-feira a Associação Brasileira das Indústrias de Óleos Vegetais (Abiove).

O óleo é uma das matérias-primas utilizadas para a fabricação de biodiesel, enquanto o farelo é amplamente procurado pela indústria de carnes, para alimentação animal.

"As paralisações na Argentina estão favorecendo a demanda por farelo e óleo do Brasil", disse a Abiove em nota à Reuters.

Quanto às compras brasileiras dos dois produtos, a entidade afirmou que há relatos de problemas pontuais de importação, mas sem nenhum risco para o abastecimento doméstico nos mercados de alimentos e biodiesel.

Sindicatos argentinos e empresas agroexportadoras disseram que buscarão chegar a um acordo nesta terça-feira em uma reunião para tentar encerrar a greve por reivindicações salariais que causou atrasos significativos nos embarques agrícolas do país sul-americano.

As atividades portuárias e de processamento de grãos da Argentina, um importante fornecedor de alimentos, foram afetadas quando dois sindicatos de trabalhadores da indústria processadora e o sindicato de trabalhadores técnicos portuários Urgara lançaram uma greve simultânea.

Os carregamentos de 162 navios estão atrasados em portos de grãos e produtos agroindustriais da Argentina, afetando embarques avaliados em 1,458 bilhão de dólares, disse nesta terça-feira uma analista de mercados da Bolsa de Comércio de Rosario (BCR).

(Reportagem de Roberto Samora)