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Demanda por bens industriais segue 10,3% abaixo do pré-pandemia, diz Ipea

Bruno Villas Bôas
·1 minuto de leitura

Indicador registrou quatro meses de recuperação Após quatro meses de recuperação, a demanda por bens industriais no país permanece, em agosto, 10,3% abaixo do nível verificado em fevereiro, o mês que antecedeu as medidas de isolamento social para combater a pandemia. De acordo com o Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), o Indicador Ipea mensal de Consumo Aparente de bens industriais acumulou baixa de 24,9% em março e abril. De maio a agosto, o indicador acumulou alta de 19,5%. Leonardo de Mello Carvalho, pesquisador do Ipea e autor dos cálculos, evita chamar o desempenho da demanda aparente por bens industrias de recuperação em "V" - formato de uma forte queda, seguida por rápida recuperação. “Os efeitos das medidas implementadas pelo governo tiveram uma participação importante nesse retorno da atividade. A questão é entender como vamos sair da pandemia e quando as medidas de isolamento serão todas abolidas”, disse Carvalho. Para calcular o consumo aparente de bens industriais, o Ipea soma a produção industrial doméstica às importações, excluídas as exportações. Desses componentes, as importações seriam o fator que ainda está “moderando” a recuperação. Carvalho diz que importações têm peso importante no consumo aparente de bens industriais, especialmente os bens intermediários. “Pode ter a ver com o câmbio, mas também é explicado por um ritmo de crescimento menos aquecido da indústria”, disse o pesquisador. “Pode haver também algum efeito de ajuste de estoques. Os níveis considerados pelos empresários da indústria como excessivos aumentaram entre março e abril. Nos dados da FGV, entre maio e setembro, eles já estavam em níveis pré-pandemia”, acrescentou. Pixabay