Mercado fechado
  • BOVESPA

    125.052,78
    -1.093,88 (-0,87%)
     
  • MERVAL

    38.390,84
    +233,89 (+0,61%)
     
  • MXX

    50.268,45
    +27,94 (+0,06%)
     
  • PETROLEO CRU

    72,17
    +0,26 (+0,36%)
     
  • OURO

    1.802,10
    -3,30 (-0,18%)
     
  • BTC-USD

    33.925,18
    +1.496,18 (+4,61%)
     
  • CMC Crypto 200

    786,33
    -7,40 (-0,93%)
     
  • S&P500

    4.411,79
    +44,31 (+1,01%)
     
  • DOW JONES

    35.061,55
    +238,20 (+0,68%)
     
  • FTSE

    7.027,58
    +59,28 (+0,85%)
     
  • HANG SENG

    27.321,98
    -401,86 (-1,45%)
     
  • NIKKEI

    27.548,00
    +159,80 (+0,58%)
     
  • NASDAQ

    15.091,25
    +162,75 (+1,09%)
     
  • BATS 1000 Index

    0,0000
    0,0000 (0,00%)
     
  • EURO/R$

    6,1216
    +0,0014 (+0,02%)
     

Demanda coloca petróleo a caminho do melhor semestre desde 2009

·2 minuto de leitura

(Bloomberg) -- O petróleo pode fechar o semestre com o melhor desempenho desde 2009 em meio à expectativa do mercado sobre uma importante reunião da Opep+ que deve resultar em aumento da oferta.

Os contratos futuros em Nova York acumulam alta superior a 50% este ano. O American Petroleum Institute (API) registrou queda semanal de 8,15 milhões de barris nos estoques de petróleo dos EUA, segundo pessoas a par dos dados, o que reforçou a perspectiva positiva antes da reunião da Opep+ na quinta-feira.

A aliança adiou conversas preliminares para que os membros tenham mais tempo para resolver diferenças. Enquanto a Rússia estuda uma proposta para aumentar a produção, a Arábia Saudita sinaliza que prefere uma abordagem gradual diante de novos surtos de Covid-19 em algumas regiões, e o Kuwait disse que o grupo continua cauteloso.

A recuperação das maiores economias, como nos Estados Unidos e China, tem ajudado a sustentar o aumento da demanda por combustíveis, impulsionando as cotações do petróleo para o maior nível desde 2018. A Opep+ prevê déficit no mercado no resto do ano caso mantenha a produção estável, enquanto a perspectiva de um fluxo iminente de petróleo iraniano perde força com o impasse das negociações. Mas as ondas de Covid-19 causam preocupação. No Reino Unido, os casos aumentaram, e a Austrália se apressa para controlar surtos. Outros países retomam as restrições às viagens.

“Um aumento da produção em agosto e depois disso seria necessário para equilibrar o aumento extra da demanda”, disse Hans van Cleef, economista sênior de energia do ABN Amro. “Mas as incertezas manterão a Opep e a Opep+ com os dedos nos ‘botões da produção’.”

A Opep+ tinha previsão de convocar o órgão consultivo - o Comitê Misto de Acompanhamento Ministerial - na quarta-feira, mas a sessão foi adiada para quinta-feira. Delegados disseram que o objetivo é dar mais tempo para as negociações, embora uma carta oficial tenha atribuído o atraso a “compromissos presidenciais” do vice-primeiro-ministro da Rússia, Alexander Novak.

A aliança deve elevar a produção em agosto em cerca de 550 mil barris por dia, de acordo com pesquisa da Bloomberg. O Goldman Sachs projeta aumento semelhante, mas disse que até um aumento surpresa de 1 milhão de barris por dia não seria suficiente para frear o rali do petróleo.

More stories like this are available on bloomberg.com

Subscribe now to stay ahead with the most trusted business news source.

©2021 Bloomberg L.P.

Nosso objetivo é criar um lugar seguro e atraente onde usuários possam se conectar uns com os outros baseados em interesses e paixões. Para melhorar a experiência de participantes da comunidade, estamos suspendendo temporariamente os comentários de artigos