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Decisão russa de deixar ISS já era conhecida, diz Agência Espacial Europeia

A Agência Espacial Europeia (ESA) disse nesta quarta-feira (27) que o anúncio da retirada da Rússia da Estação Espacial Internacional (ISS) após 2024 já havia "sido mencionado antes".

"A notícia de que a Rússia deixará a Estação Espacial após 2024 e construirá sua própria infraestrutura não é nova e já foi mencionada antes", disse a ESA em um comunicado.

A Agência Espacial Europeia se comprometeu com a Nasa a usar a ISS até 2030, quando expira o atual acordo de exploração, previsto para 2024. A Rússia já havia dado a entender que não tinha planos de estender sua participação para além desse período.

O novo diretor da agência espacial russa Roscosmos, Yuri Borisov, anunciou na terça-feira (26), em conversa com o presidente russo, Vladimir Putin, que "foi tomada a decisão de abandonar esta estação após 2024".

Ele acrescentou que a Rússia "provavelmente cumprirá todas as suas obrigações para com seus parceiros" na ISS.

Sobre este anúncio, a ESA destaca que as agências espaciais russa e americana "acabam de assinar um acordo para integrar seus voos tripulados à ISS, garantindo, assim, a continuidade segura das operações".

Dois astronautas americanos voarão a bordo de duas espaçonaves russas Soyuz em duas missões separadas, enquanto dois cosmonautas russos embarcarão em foguetes americanos SpaceX. A Agência Espacial Europeia confirma, por sua vez, que "pretende continuar as operações do seu módulo Columbus até 2030".

A Rússia, cuja indústria aeroespacial sofre com falta de financiamento, corrupção e falta de inovação, decidiu priorizar a instalação de uma estação orbital russa. Considerada um modelo de cooperação internacional entre Europa, Japão, Estados Unidos e Rússia, a ISS começou a operar em 1998.

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