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Debate na Band: Veja termos de Economia mais buscados pelos brasileiros no Google

Debate na Band: os termos preço, dólar, crédito, emprego, impostos, aposentadoria e gasolina estavam no topo das buscas no Google. Foto: Reprodução / TV Band.
Debate na Band: os termos preço, dólar, crédito, emprego, impostos, aposentadoria e gasolina estavam no topo das buscas no Google. Foto: Reprodução / TV Band.
  • Economia, que foi um dos temas central no debate, é uma das pautas de maior preocupação dos brasileiros;

  • Nos assuntos gerais mais buscados, os termos preço e dólar lideravam o ranking;

  • O tema Emprego é um dos que mais aparece na agenda econômica dos candidatos.

Minutos antes de iniciar o debate entre os candidatos a presidência da República na noite deste domingo (29), na Band, os termos preço, dólar, crédito, emprego, impostos, aposentadoria e gasolina estavam no topo das buscas no Google. A Economia, que foi um dos temas central no debate, é uma das pautas de maior preocupação dos brasileiros, e tem destaque nas agendas e propostas dos candidatos.

Ao longo de 4h entre o início e o fim do debate, houve mudanças nas buscas. Nos assuntos gerais mais buscados, preço e dólar ainda lideravam o ranking.

Segundo pesquisa Datafolha da última terça-feira (22) a parcela que é atendida pelo Auxílio Brasil, substituto do antigo Bolsa Família, está mais otimista sobe o futuro da economia.

Segundo o portal Diário do Poder, nas buscas sobre os candidatos, lideraram o presidente Jair Bolsonaro (PL) e o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). E os temas mais buscados nas categorias economia, emprego, política e diversidade foram, respectivamente, preços, aposentadoria, corrupção e feminismo.

Confira as pautas econômicas dos presidenciáveis

Na sua estreia no horário eleitoral no último sábado (27), Bolsonaro, em seus 2 minutos e 38 segundos de aparição, citou, no campo econômico, os “recordes de geração de emprego” em seu mandato. Ele também apontou para o fato de ter assumido o governo durante um período de “sérios problemas éticos, morais e econômicos”.

Bolsonaro ainda trouxe tópicos como a aprovação da Lei de Liberdade Econômica, a chegada da pandemia no país, a crise hídrica e a Guerra na Ucrânia como obstáculos econômicos. Contudo, ele disse que “tudo começou a voltar à normalidade em 2022” e lembrou da queda do preço dos combustíveis, além de citar o Auxílio Brasil, cujo valor prometeu manter em R$ 600 se reeleito.

Lula (PT), em sua propaganda eleitoral, também apostou em um discurso voltado para a economia e apontou para o tema da fome no Brasil. O ex-presidente prometeu “fazer melhor” que os seus dois mandatos, que duraram de 2003 a 2011.

Além disso, ele abordou as dificuldades econômicas globais nos últimos dois anos, assim como prometeu continuar com o auxílio emergencial de R$ 600, caso seja reeleito.

Ciro Gomes, no campo econômico, tem como um dos principais tópicos de campanha o projeto de ajudar os brasileiros endividados a limparem seus nomes no Serviço de Proteção ao Crédito (SPC) e na Serasa.

O pedetista também prevê a criação de um novo programa de renda mínima, cujo objetivo seria pagar, em média, R$ 1 mil às cerca de R$ 24,2 milhões de famílias.

Enquanto isso, a candidata Simone Tebet (MDB) exalta projetos como: programa permanente de renda; erradicação da miséria; zerar a fila do SUS; e criar 1 milhão de moradias.

Durante a entrevista ao Jornal Nacional da última sexta-feira (25), ela disse: "Temos compromisso fiscal, mas como meio para se alcançar a responsabilidade social, erradicar a miséria, diminuir a pobreza e acabar com a fome".

Sobre o Auxílio Brasil, afirmou na ocasião: "O auxílio de renda permanente já está aí, o mercado já precificou; no ano que vem vamos extrapolar o teto nesse valor de algo em torno de R$ 60 bilhões para cobrir a transferência de renda".