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Debate na Band: Boulos se mune de argumentos contra Covas; tucano usa PT para atacar PSOL

Anita Efraim
·3 minuto de leitura
Boulos e Covas participaram de debate na TV Bandeirantes na noite de quinta-feira (Foto: Reprodução/TV Bandeirantes)
Boulos e Covas participaram de debate na TV Bandeirantes na noite de quinta-feira (Foto: Reprodução/TV Bandeirantes)

Na noite desta quinta-feira, 19, Bruno Covas (PSDB) e Guilherme Boulos (PSOL) participaram do segundo debate eleitoral, na TV Bandeirantes, antes da votação no dia 29 de novembro.

No formato proposto pela emissora, os candidatos tiveram 15 minutos para dialogares livremente, com limitação apenas de tempo, mas sem intervenção de mediadores. Durante o embate, Bruno Covas usou como estratégia para atacar o adversário a administração de Fernando Haddad (PT), antecessor de Doria na prefeitura.

O PT não tem envolvimento direto com a chapa de Boulos, mas demonstrou apoio publicamente ao candidato do PSOL no segundo turno, após a derrota do candidato petista Jilmar Tatto.

Covas também repetiu em mais de uma oportunidade o argumento de “currículo”. A estratégia do tucano, que já é prefeito da capital e ocupou outros cargos públicos, é usar a experiência como argumento para se reeleger.

Guilherme Boulos se valeu de outros caminhos para atacar o adversário, e se mostrou bastante preparado. Com muitos argumentos e dados, o candidato do PSOL usou a pandemia do coronavírus para questionar Covas sobre a situação da cidade.

O prefeito negou que haja uma segunda onda e a possibilidade de um lockdown. Boulos levou questionamentos feitos por autoridades da Saúde, que não foram respondidas pela prefeitura.

Outro ponto explorado por Boulos foi o vice de Covas, Ricardo Nunes (MDB). Ele é investigado por suspeita de superfaturamento no aluguel de creches conveniadas pela prefeitura, denúncia explicitada por Boulos no debate. Ao longo da campanha, o candidato do PSOL não perde oportunidade de exaltar a vice, Luiza Erundina, quem chama de “melhor prefeita da história de São Paulo”.

Os candidatos ainda farão um debate na TV Globo na próxima sexta-feira, 27, e serão sabatinados separadamente no Roda Viva, da TV Cultura na próxima segunda-feira, 23. No domingo, eles se encontrariam também na Record, mas o debate foi cancelado pela emissora.

Eleições em São Paulo

São Paulo é o maior colégio eleitoral do Brasil com quase 9 milhões de pessoas aptas a votar. Com 32.85% dos votos válidos no primeiro turno, Bruno Covas (PSDB) enfrenta Guilherme Boulos (PSOL) que teve 20.24% dos votos válidos..

Covas é prefeito da cidade desde 2018, quando assumiu após o prefeito eleito João Doria (PSDB) deixou o cargo para disputar — e ganhar — o Governo do Estado. Foi Bruno quem esteve à frente da cidade na pandemia do coronavírus.

Já Boulos ficou nacionalmente conhecido em 2018, quando foi candidato do PSOL à presidência. Conhecido por sua atuação com o MTST, ele é professor e concorre pela primeira vez ao cargo. Sua vice, Luiza Erundina, foi prefeita de São Paulo no final da década de 1980.

Eleições municipais em todo país

As Eleições 2020 moveram praticamente todo país neste domingo. Por conta do coronavírus, essa foi uma eleição diferente, com horários estendidos e mais critérios de segurança sanitária.

Uma questão que levanta muitas dúvidas ao longo processo é o famoso coeficiente eleitoral. Bem resumidamente, é a divisão do número de eleitores pelo número de vagas (nós explicamos com detalhes AQUI). Cada cidade, então, tem seu coeficiente eleitoral.

Caso não esteja presente na cidade onde você está apto para votar, é possível justificar seu voto. Para saber como, siga nosso guia clicando AQUI.

O que faz um prefeito?

O Estado se divide em três poderes o Executivo, Legislativo e Judiciário, e o prefeito é o chefe do Poder Executivo. Ou seja, é responsabilidade do prefeito administrar a cidade que exerce suas funções. Para mais detalhes da função CLIQUE AQUI e para saber quanto ganha um prefeito, CLIQUE AQUI.