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Dawn Aerospace conclui cinco testes de voo suborbital com avião espacial Mk-II

·2 minuto de leitura

Enquanto o setor de lançamentos aeroespaciais com foguetes cresce a cada dia, outras empresas, como a Dawn Aerospace, desenvolvem aviões espaciais para voos suborbitais. Recententemente, a Dawn concluiu os cinco primeiros testes suborbitais com o seu avião Mk-II Aurora, desenvolvido para alcançar até 96,56 km de altitude.

Os voos de teste aconteceram em julho deste ano, a partir do Aeródromo Glentanner, localizado na Ilha Sul da Nova Zelândia. A performance do avião espacial serviu para avaliar a fuselagem e a aviônica (o sistema elétrico de lançamento) do veículo. Embora tenha atingido apenas pouco mais de 1 km de altitude, as cinco decolagens forneceram extensos dados, os quais serão usados para mais pesquisas e aperfeiçoamentos do Mk-II.

Em nota, a Dawn informa que construir um veículo como este, capaz de decolar e pousar em aeroportos convencionais, permitirá a realização de mais voos rumo ao espaço por dia. Um dos benefícios do Mk-II é que ele demanda bem menos recursos financeiros do que os lançamentos verticais realizados pelos foguetes. O avião espacial tem o tamanho de um carro médio, com pouco menos de 5 metros de comprimento e apenas 75 kg — o que também contribui com a redução de custos.

O Mk-II, como indica seu nome, é a segunda versão do veículo, mas a Dawn almeja ampliar ainda mais a potência de seu avião espacial. Segundo a empresa, o próximo veículo, o Mk-III, terá dois estágios para alcançar a órbita terrestre e poderá ser usado para lançar pesquisas científicas, além de coletar dados atmosféricos usados em observações meteorológicas e modelagens climáticas. Enquanto o Mk-II tem capacidade de carga útil de apenas 4 kg, o Mk-III conseguirá transportar até 250 kg.

(Imagem: Reprodução/Dawn Aerospace)
(Imagem: Reprodução/Dawn Aerospace)

Eventualmente, o Mk-II será equipado com um motor de foguete de modo a permitir um desempenho supersônico e testes em altitudes maiores. No ano passado, a Dawn atingiu um marco importante ao receber o Certificado de Operador de Aeronave Não-Tripulada da Autoridade de Aviação Civil da Nova Zelândia para decolar com seu avião em aeroportos.

Além isso, a empresa recebeu uma bolsa da província holandesa Zuid-Holland para testar tecnologias de aviônica baseadas em radar, onde serão avaliados um sensor de baixa potência e a detecção de um sistema de radar. A demonstração, até agora, está programada para o próximo ano, assim que o Mk-II passar por algumas melhorias.

Fonte: Canaltech

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