Mercado fechado
  • BOVESPA

    108.523,47
    -1.617,17 (-1,47%)
     
  • MERVAL

    38.390,84
    +233,89 (+0,61%)
     
  • MXX

    54.049,05
    +174,14 (+0,32%)
     
  • PETROLEO CRU

    73,23
    -2,65 (-3,49%)
     
  • OURO

    1.877,70
    -53,10 (-2,75%)
     
  • BTC-USD

    23.321,14
    -92,91 (-0,40%)
     
  • CMC Crypto 200

    535,42
    -1,43 (-0,27%)
     
  • S&P500

    4.136,48
    -43,28 (-1,04%)
     
  • DOW JONES

    33.926,01
    -127,93 (-0,38%)
     
  • FTSE

    7.901,80
    +81,64 (+1,04%)
     
  • HANG SENG

    21.660,47
    -297,89 (-1,36%)
     
  • NIKKEI

    27.509,46
    +107,41 (+0,39%)
     
  • NASDAQ

    12.616,50
    -230,25 (-1,79%)
     
  • BATS 1000 Index

    0,0000
    0,0000 (0,00%)
     
  • EURO/R$

    5,5385
    +0,0488 (+0,89%)
     

Davos 2023: Japão se aproxima de fase em que afrouxamento monetário pode acabar, diz ministro

Ministro da Economia, Comércio e Indústria do Japão, Yasutoshi Nishimura

Por Yoruk Bahceli e Daniel Leussink

(Reuters) - O Japão está se aproximando da fase em que o afrouxamento monetário pode ser interrompido, disse o ministro japonês para o comércio e a indústria nesta quarta-feira, horas depois de o Banco do Japão ter mantido os juros ultrabaixos.

"É claro que a política monetária será normalizada no futuro, mas até que possamos ver um caminho claro no futuro, entendo que o Banco do Japão manterá sua política atual", disse o ministro da Economia, Comércio e Indústria, Yasutoshi Nishimura, a um painel no encontro anual do Fórum Econômico Mundial em Davos.

Nishimura disse que várias políticas governamentais permitiram que a inflação aumentasse mais lentamente do que em outros países.

"Mas de agora em diante, quando o investimento real for feito e os salários aumentarem e a economia continuar... o afrouxamento monetário pode ser interrompido no futuro. É claro que estamos chegando a essa fase, nos aproximando dessa fase", acrescentou Nishimura.

Mais cedo, o Banco do Japão desafiou as expectativas do mercado de que eliminaria gradualmente seu enorme programa de estímulo após o aumento das pressões inflacionárias, mantendo em vigor um limite de rendimento de títulos que luta para defender.

Após a decisão, o presidente do banco central japonês, Haruhiko Kuroda, disse em Tóquio que está se tornando visível uma trajetória em que tanto os salários quanto os preços estão subindo gradualmente, enfatizando a importância de incentivar as empresas a aumentar os salários.

(Reportagem de Yoruk Bahceli, Daniel Leussink e Kantaro Komiya)