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DarkMarket, a maior loja ilegal da dark web, acaba de ser fechada pela Europol

Ramon de Souza
·1 minuto de leitura

Um dos maiores marketplaces da dark web foi fechado nesta última terça-feira (12) pela Europol, em uma operação coordenada que contou com a ajuda da Alemanha, Austrália, Dinamarca, Moldávia, Ucrânia, Reino Unido e Estados Unidos. O site em questão era conhecido como DarkMarket e comercializava diversos artigos ilícitos: entorpecentes, cédulas falsas, cartões de crédito clonados e outras informações de cunho pessoal.

De acordo com a própria polícia europeia, a loja virtual contava com pelo menos 50 mil usuários e mais de 2,4 mil vendedores, tendo registrado cerca de 320 mil transações desde a sua inauguração. No total, o DarkMarket serviu como palco para movimentar mais de R$ 902 milhões em criptomoedas — era possível usar bitcoins ou monero para adquirir os itens ilegais, graças à dificuldade de se rastrear tais tokens.

Além de fechar o site, a operação também culminou na prisão de um cidadão australiano que vivia na Alemanha e acredita-se ser o responsável pelo marketplace. Também foram apreendidos 20 servidores, que serão investigados posteriormente para tentar rastrear os vendedores e compradores que negociavam itens ilegais. As máquinas permanecerão em posse da equipe cibernética da Europol.

“Uma das iniciativas da Europol é criar uma abordagem coordenada de aplicação da lei para combater o crime na dark web. Isso envolve agências de aplicação da lei dentro e fora da União Europeia e outros parceiros e organizações relevantes, como a Eurojust. Para atingir esse objetivo, o Centro Europeu de Cibercrime da Europol estabeleceu uma equipe dedicada para trabalhar em conjunto com parceiros e agentes da lei em todo o mundo para reduzir o tamanho desta economia ilegal clandestina”, explica o órgão.

Fonte: Canaltech

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