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Dar R$ 1 bi a pequenas empresas é mais 'voto no final do dia', diz presidente do BNDES

***ARQUIVO***BRASÍLIA, DF, 27.03.2020 - O presidente do BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social), Gustavo Montezano. (Foto: Pedro Ladeira/Folhapress)
***ARQUIVO***BRASÍLIA, DF, 27.03.2020 - O presidente do BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social), Gustavo Montezano. (Foto: Pedro Ladeira/Folhapress)

SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - O presidente do BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social), Gustavo Montezano, afirmou em evento do BTG Pactual nesta quinta (18) que o banco prepara, para as próximas semanas, uma nova rodada do Peac (Programa Emergencial de Acesso a Crédito).

O programa foi lançado em meados de 2020, com o repasse de linhas de crédito disponibilizadas por instituições financeiras para apoiar pequenas e médias empresas diante do fechamento do comércio provocado pela pandemia.

Segundo Montezano, o programa teve um custo total estimado em cerca de R$ 10 bilhões, e resultou na liberação de créditos da ordem de R$ 90 bilhões em cinco meses.

"Em vez de dar R$ 10 bilhões para empresas grandes, dar R$ 1 bilhão para empresas pequenas é mais desenvolvimento social, mais desenvolvimento econômico, e mais voto no final do dia", afirmou Montezano.

A fala ocorre em meio a campanha eleitoral pelo Planalto, na qual o presidente Jair Bolsonaro (PL) disputa a reeleição. Montezano é próximo da família do mandatário, e trabalhou no Ministério da Economia antes de ser indicado para o BNDES.

Ele disse que tem o desejo de estruturar um programa que utilize parte do valor obtido pelo BNDES com a venda de ações de grandes empresas como Petrobras, Vale e JBS na capitalização de pequenos negócios.

A estrutura, afirmou, se daria por meio de parcerias do banco de fomento com fundos de investimento, como do tipo venture capital, especializados em identificar empreendedores com alto potencial, mas ainda em um estágio inicial no desenvolvimento de suas operações.