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Daniel Silveira contratou com dinheiro da Câmara empresa de vigilância de amigo e sem registro na PF

Pedro Capetti
·1 minuto de leitura

RIO - O deputado federal Daniel Silveira (PSL-RJ), preso por ordem do Supremo Tribunal Federal (STF), contratou uma empresa sem registro na Polícia Federal (PF), ligada a um amigo pessoal, para realizar a sua segurança pessoal.

Os pagamentos foram feitos com dinheiro da Câmara dos Deputados.A empresa tem como diretor comercial um colega de Daniel, policial militar réu por sessão de tortura.

Desde que assumiu o mandato, em 2019, Silveira paga regularmente R$ 8 mil por mês à empresa Global Company, de Petrópolis (RJ), referente a "serviço de segurança pessoal e vigilância".

A empresa, fundada em 2012, afirma em seu cadastro na Receita Federal realizar “atividades de vigilância e segurança privada”. No entanto, não possui a permissão formal para atuar na área, concedida em todo o país pela PF.

Nesta terça, agentes da Polícia Federal estiveram na sede da empresa para colher documentos e verificar o funcionamento. Segundo a legislação, os empreendimentos que atuam com vigilância patrimonial, transporte de valores, escolta armada e segurança pessoal devem ser credenciados e fiscalizados pela PF. Mas, segundo a corporação, a Global não tem autorização para prestar nenhum desses serviços.