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Daniel Alves é o "jogador-empresa". Eles mandam no futebol

Alexandre Praetzel
·2 minutos de leitura
Daniel Alves tem contrato até dezembro de 2022. Foto: Marcello Zambrana/AGIF
Daniel Alves tem contrato até dezembro de 2022. Foto: Marcello Zambrana/AGIF

Daniel Alves recupera-se de uma fratura no braço direito. No entanto, isso não o impediu de batucar um instrumento musical, numa reunião com amigos, sem o uso de máscara de proteção. A atitude pode ser minimizada por muita gente que não vê relação de desrespeito com o clube. O blog pensa diferente.

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Daniel Alves foi contratado como referência para os demais atletas e sinônimo de conquista de títulos, para ajudar o tricolor a terminar com o jejum. Óbvio que a divulgação do seu ato gera protestos por parte de muitos torcedores pelo fato do time estar na véspera de um jogo importante, sem a sua presença.

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Hoje, Daniel é mais custo do que benefício, mesmo que o São Paulo não consiga quitar seus vencimentos por falta de patrocínios. Ele não tem culpa que a diretoria o tenha contratado primeiro para depois buscar apoio de parceiros. Agora, isso não lhe dá o direito de dar de ombros para o momento delicado são-paulino, num final de gestão bastante discutível.

Daniel Alves é o modelo do “Jogador-Empresa”. Eles são verdadeiras “Pessoas Jurídicas(PJs)”, que prestam serviços aos clubes. Seus vencimentos anuais superam orçamentos de várias cidades e seus staffs são numerosos, de assessores a seguranças. Não há identidade, nem identificação com o entorno do clube. É vestir a camisa, jogar e ir para a casa. Nos dias de folga, o “estatuto” deles permite que eles se “desliguem” das instituições, sem consequências, algo totalmente irreal no mundo de hoje.

Após a eliminação para o Mirassol, Daniel fez juras de amor ao São Paulo. O discurso pareceu bem ensaiado para o momento porque nenhum profissional fartamente remunerado joga por amor, essa que é a realidade.

Se Daniel Alves está procurando alguma justificativa para deixar o São Paulo, que rescinda seu contrato e siga em frente. Isso é normal numa relação de duas partes. Não deixará de ser reconhecido pelo seu histórico e profissionalismo e será muito mais verdadeiro nas suas atitudes.

Até agora, Daniel Alves disputou 38 partidas e marcou oito gols. Vamos conferir como será seu aproveitamento nos próximos compromissos.

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