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D'Alessandro foi gigante no primeiro ciclo e burocrático no segundo pelo Inter

Alexandre Praetzel
·1 minuto de leitura
D'Alessandro comemora um gol pelo Inter, no Beira-Rio.  Foto: Ricardo Rimoli/AGIF
D'Alessandro comemora um gol pelo Inter, no Beira-Rio. Foto: Ricardo Rimoli/AGIF

D’Alessandro anunciou sua saída do Inter. O argentino deixa o clube após o término do seu contrato, dia 31 de dezembro. Ele chegou ao Beira-Rio e completou 11 temporadas e meia com a camisa colorada. Foram 502 jogos disputados e 90 gols marcados. D’Alessandro conquistou a Libertadores da América, Recopa, Copa Sul-Americana e seis Campeonatos Gaúchos.

Para muitos colorados, ele é o melhor estrangeiro que passou pelo clube. O blog diverge e elege Elias Figueroa, zagueiro chileno que ajudou o Inter a mudar de patamar nacionalmente, liderando o maior time da história, em 75 e 76.

D’Alessandro teve dois ciclos pelo Inter. No primeiro, de 2008 a 2015, ele foi gigante quando se tornou protagonista, capitão e “chefe” do vestiário, tornando-se símbolo de vitórias e conquistas, crescendo em Grenais.

No segundo ciclo, ao voltar de um empréstimo pelo River Plate, D’Alessandro ajudou o Inter a retornar para a Série A do Brasileiro, mesmo sem brilho e abalado pelas dificuldades internas e externas. De 2018 a 2020, perdeu espaço entre os titulares e se apagou depois de uma intimada do volante Maicon, antes de um Grenal. A partir dali, pareceu desanimado com as constantes derrotas para o rival e virou um jogador burocrático, até se despedir publicamente.

É verdade que D’Alessandro foi muito importante para o Inter, assim como o Inter para ele. Na sua trajetória, recebeu grandes salários e foi bastante profissional. Deixa o Inter como um ídolo e um dos mais reconhecidos pela torcida. Provavelmente, está na formação colorada de todos os tempos, para muitos torcedores.