Mercado fechado
  • BOVESPA

    118.811,74
    +1.141,84 (+0,97%)
     
  • MERVAL

    38.390,84
    +233,89 (+0,61%)
     
  • MXX

    47.352,18
    -275,49 (-0,58%)
     
  • PETROLEO CRU

    59,63
    +0,31 (+0,52%)
     
  • OURO

    1.732,60
    -0,10 (-0,01%)
     
  • BTC-USD

    60.090,80
    +308,29 (+0,52%)
     
  • CMC Crypto 200

    1.288,55
    -6,03 (-0,47%)
     
  • S&P500

    4.127,99
    -0,81 (-0,02%)
     
  • DOW JONES

    33.745,40
    -55,20 (-0,16%)
     
  • FTSE

    6.889,12
    -26,63 (-0,39%)
     
  • HANG SENG

    28.453,28
    -245,52 (-0,86%)
     
  • NIKKEI

    29.538,73
    -229,33 (-0,77%)
     
  • NASDAQ

    13.824,75
    -4,75 (-0,03%)
     
  • BATS 1000 Index

    0,0000
    0,0000 (0,00%)
     
  • EURO/R$

    6,8297
    +0,0655 (+0,97%)
     

Dados preliminares mostram 81% de eficácia de vacina Covaxin

Chris Kay
·2 minuto de leitura

(Bloomberg) -- A vacina da Índia que causou polêmica quando recebeu aprovação emergencial antes de terminar o estágio final de testes mostrou forte proteção contra a Covid-19 em análise preliminar de um ensaio clínico avançado.

A Covaxin, que foi codesenvolvida pela Bharat Biotech International, com sede em Hyderabad, e pelo Conselho Indiano de Pesquisa Médica, mostrou eficácia de 81% em pessoas sem infecção anterior após a segunda dose, disse a empresa em comunicado na quarta-feira. O número é melhor do que os cerca de 60% indicado pela Bharat Biotech no ano passado e o nível de pelo menos 50% exigido pelo país para vacinas contra o novo coronavírus.

As descobertas consolidam as afirmações da Bharat Biotech de que a vacina é segura e podem ajudar a superar a hesitação enquanto a Índia lança uma das maiores campanhas de imunização do mundo para conter a pandemia. Os dados também refutam críticos que questionaram a pressa com a qual a vacina produzida localmente foi aprovada no início de janeiro e distribuída entre profissionais de saúde da linha de frente da Índia antes mesmo de fornecer quaisquer dados do ensaio da fase 3.

Em junho do ano passado, o regulador de medicamentos da Índia permitiu que a Bharat Biotech, de controle familiar, desenvolvesse uma vacina doméstica em tempo recorde. Logo depois, a Covaxin foi atingida por polêmicas desde cronogramas irrealistas do governo a relatos esporádicos de reações adversas.

Apesar de o imunizante ter sido aprovado para uso emergencial em janeiro, muitas pessoas de grupos prioritários não compareceram para tomar a vacina por receio. Mas o cadastro dos que desejam ser vacinados aumentou na última semana.

A Índia também aprovou a vacina do parceiro local da Astrazeneca, o Serum Institute of India, mas a campanha de vacinação do país recebeu uma resposta morna nas semanas iniciais, colocando em risco a meta de imunizar cerca de 25% da população até agosto.

Com capacidade para fabricar cerca de 300 milhões de doses por ano, os dados de eficácia promissores provavelmente ajudarão a Bharat Biotech a encontrar mais mercados de exportação. A empresa enviou a vacina para o Brasil neste mês e assinou um acordo com a Ocugen para codesenvolver a vacina para os EUA.

For more articles like this, please visit us at bloomberg.com

Subscribe now to stay ahead with the most trusted business news source.

©2021 Bloomberg L.P.