Mercado fechado
  • BOVESPA

    98.672,26
    +591,91 (+0,60%)
     
  • MERVAL

    38.390,84
    +233,89 (+0,61%)
     
  • MXX

    47.741,50
    +1.083,62 (+2,32%)
     
  • PETROLEO CRU

    107,06
    +2,79 (+2,68%)
     
  • OURO

    1.828,10
    -1,70 (-0,09%)
     
  • BTC-USD

    21.145,36
    -24,39 (-0,12%)
     
  • CMC Crypto 200

    462,12
    +8,22 (+1,81%)
     
  • S&P500

    3.911,74
    +116,01 (+3,06%)
     
  • DOW JONES

    31.500,68
    +823,32 (+2,68%)
     
  • FTSE

    7.208,81
    +188,36 (+2,68%)
     
  • HANG SENG

    21.719,06
    +445,19 (+2,09%)
     
  • NIKKEI

    26.491,97
    +320,72 (+1,23%)
     
  • NASDAQ

    12.132,75
    +395,25 (+3,37%)
     
  • BATS 1000 Index

    0,0000
    0,0000 (0,00%)
     
  • EURO/R$

    5,5524
    +0,0407 (+0,74%)
     

Dados pessoais de brasileiros estão entre os mais baratos do mundo no cibercrime

Os dados de cidadãos brasileiros estão entre os mais baratos do mundo para os cibercriminosos. A ampla disponibilidade e a quantidade de ataques contra empresas e organizações do país coloca o nosso país entre as principais fontes de um mercado que, no mundo, já movimentou mais de US$ 17,3 milhões, com 720 mil entradas de dados disponíveis para uso em fraudes, roubos de identidade e outros crimes.

As informações do Brasil aparecem na oitava posição entre os menores preços cobrados pelos bandidos. Números de cartão de crédito, por exemplo, costumam sair a R$ 33, enquanto e-mails pessoais são um pouco mais caro e custam, em média, R$ 51. Na média, as informações pessoais têm valor de R$ 47 para os criminosos, enquanto na República Tcheca, a nação mais valiosa do levantamento, os conjuntos podem sair por até R$ 5,8 mil.

Os dados são da NordVPN, especialista em segurança na internet, e também colocam o Brasil entre os 15 países de onde vêm a maior quantidade de vazamentos de informações financeiras. Os comprometimentos, claro, não param somente por aí, com nossos conterrâneos também tendo e-mails, logins em contas bancárias, senhas de serviços online, números de telefone, passaportes, identidades e carteiras de criptomoedas à disposição dos golpistas.

<em>Modelos para falsificação de passaportes e documentos de identidade australianos estão entre os documentos mais caros na dark web; informações de brasileiros aparecem entre os mais baratos (Imagem: Divulgação/NordVPN)</em>
Modelos para falsificação de passaportes e documentos de identidade australianos estão entre os documentos mais caros na dark web; informações de brasileiros aparecem entre os mais baratos (Imagem: Divulgação/NordVPN)

De acordo com o levantamento, de todos os dados disponíveis para venda na dark web, 43% são documentos, enquanto 39% são informações do setor financeiro. As credenciais de acesso a contas são 12%, enquanto e-mails e senhas constituem outros 6%. A pesquisa também destaca algumas das entradas mais valiosas para os cibercriminosos, com passaportes australianos e modelos para falsificação de documentos canadenses estando entre os maiores, juntamente com documentos de identificação da Alemanha.

Como se proteger contra o vazamento e venda de dados

Uma vez que as informações já foram comprometidas e estão na mão dos golpistas ou à venda, a atenção acaba sendo um dos principais caminhos para evitar fraudes. É importante permanecer atento ao noticiário em busca de serviços e empresas das quais se é cliente, em caso de vazamento de dados; observar faturas de cartões de crédito, alertas de segurança em plataformas online e remetentes de e-mail também ajuda a identificar novas fraudes.

Alterações periódicas de senha e a ativação de autenticação em duas etapas também ajuda a “invalidar” um possível acesso que esteja sendo vendido, já que mesmo de posse das informações, os criminosos não serão capaz de invadir os perfis. O mesmo também vale para o uso de cartões de crédito virtuais, que podem ser bloqueados diretamente dos aplicativos e substituem o uso das versões reais em compras online, sem causar maiores transtornos aos clientes.

Por fim, é sempre importante prestar atenção no preenchimento de cadastros, compras e entregas de informação, que só devem ser feitas em páginas e serviços de confiança. Use senhas fortes, únicas e complexas, bem como softwares de segurança e proteção no computador e smartphone, já que tais aplicativos são capazes de detectar, impedir ou alertar sobre tentativas de golpes mais comuns.

Fonte: Canaltech

Trending no Canaltech:

Nosso objetivo é criar um lugar seguro e atraente onde usuários possam se conectar uns com os outros baseados em interesses e paixões. Para melhorar a experiência de participantes da comunidade, estamos suspendendo temporariamente os comentários de artigos