Mercado fechado
  • BOVESPA

    110.035,17
    -2.221,19 (-1,98%)
     
  • MERVAL

    38.390,84
    +233,89 (+0,61%)
     
  • MXX

    44.592,91
    +282,64 (+0,64%)
     
  • PETROLEO CRU

    61,66
    -1,87 (-2,94%)
     
  • OURO

    1.733,00
    -42,40 (-2,39%)
     
  • BTC-USD

    47.355,61
    +750,55 (+1,61%)
     
  • CMC Crypto 200

    912,88
    -20,25 (-2,17%)
     
  • S&P500

    3.811,15
    -18,19 (-0,48%)
     
  • DOW JONES

    30.932,37
    -469,64 (-1,50%)
     
  • FTSE

    6.483,43
    -168,53 (-2,53%)
     
  • HANG SENG

    28.980,21
    -1.093,96 (-3,64%)
     
  • NIKKEI

    28.966,01
    -1.202,26 (-3,99%)
     
  • NASDAQ

    12.905,75
    +74,00 (+0,58%)
     
  • BATS 1000 Index

    0,0000
    0,0000 (0,00%)
     
  • EURO/R$

    6,7577
    +0,0188 (+0,28%)
     

Da prisão, Daniel Silveira participará de sessão da Câmara por videoconferência

·1 minuto de leitura
Daniel Silveira em sessão especial na Câmara dos Deputados, no dia 13 de outubro de 2020 (Maryanna Oliveira/Câmara dos Deputados)
Daniel Silveira em sessão especial na Câmara dos Deputados, no dia 13 de outubro de 2020 (Maryanna Oliveira/Câmara dos Deputados)

O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal, permitiu que Daniel Silveira (PSL-RJ) participe da sessão da Câmara dos Deputados que decidirá se o parlamentar seguirá preso.

A participação de Silveira acontecerá por videoconferência, diretamente da Batalhão Especial da Polícia Militar, onde está detido. A sessão será nesta sexta-feira, 19.

Leia também:

Alexandre de Moraes, ministro que decidiu pela prisão de Daniel Silveira, recebeu um pedido diretamente de Arthur Lira (PP-AL), presidente da Câmara. O deputado tem direito de se manifestar durante a decisão.

O ministro afirmou que a medida serve para “evitar qualquer prejuízo ao exercício do amplo direito de defesa do parlamentar”.

A votação será aberta e nominal. A previsão é de que a Câmara mantenha a prisão de Silveira. O parlamentar foi preso em flagrante por atacar ministros do STF. A decisão dividiu opiniões de juristas, mas foi aprovada por unanimidade pela Corte. 

Mesmo preso, Daniel Silveira voltou a atacar o Supremo