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‘Da cor do pecado’ estreia no canal Viva, e Rosi Campos conta: ‘Me pedem até hoje a receita da sopa poderosa de Mamuska’

Naiara Andrade
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Edilásia Sardinha, a Mamuska, é a matriarca de uma família de lutadores. Tem um grande amor pelos filhos Apolo (Reynaldo Gianecchini), Ulisses (Leonardo Brício), Thor (Cauã Reymond), Dionísio (Pedro Neschling) e Abelardo (Caio Blat), mas sofre com um segredo do passado, quando foi obrigada a separar os primogênitos gêmeos, Paco (Gianecchini) e Apolo, frutos do seu relacionamento com Afonso Lambertini (Lima Duarte), na época em que trabalhava como empregada na mansão do empresário.

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Quem assistiu a “Da cor do pecado” conhece bem essa história e esse núcleo que tinha um quê de HQ. Originalmente exibida pela TV Globo em 2004, no horário das sete, a novela chega nesta segunda-feira (19) ao canal Viva, em que irá ao ar de segunda a sábado, sempre às 23h. As reapresentações acontecerão diariamente, às 13h30.

— Rever Mamuska vai ser muito bom. A nossa família Sardinha era muito amorosa, refletia todas as que lutam para viver com dignidade, esforço e respeito pelas personalidades de cada um — analisa Rosi, lembrando que as gravações das cenas de luta eram demoradas: — Tínhamos os efeitos da sopa poderosa que transformava meus filhinhos em heróis. Até hoje me pedem a receita dela (risos).

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Esta foi a primeira novela “pra valer” de Cauã Reymond, depois de “Malhação”.

— Eu lembro que, no começo, as pessoas ficavam um pouco na dúvida se o nosso núcleo ia dar certo porque era um universo de fantasia que se misturava a uma história realista. E acabou se tornando um grande êxito. Nós tínhamos um ibope ótimo, as crianças adoravam. Foi surpreendente — conta o ator.

Marcando a estreia do autor João Emanuel Carneiro em novelas, “Da cor do pecado” teve direção de Denise Saraceni e Luís Henrique Rios e se destacou ao apresentar a primeira protagonista negra de uma trama contemporânea e urbana: Taís Araujo.