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Da bola e do esporte: Pedro hoje é titular quase absoluto do Flamengo, mas o futebol não é tão simples assim

Antonio Mota
·2 minuto de leitura

O Flamengo empatou com o Internacional em 2 a 2, no Beira-Rio, no início da noite do último domingo (25), pela 18ª rodada do Campeonato Brasileiro, em mais um “Dia de Pedro”. Decisivo, o camisa 21 fez um golaço e participou assiduamente de praticamente todo o jogo, sendo uma verdadeira referência para o ataque e uma arma extremamente letal – mesmo que tenha perdido um gol ‘bobo’ no segundo tempo.

Goleador do time na temporada – superando até o lesionado Gabigol –, o ex-Flu colocou uma ‘pulga atrás da orelha’ de Domènec Torrent: quem vai ser o centroavante da equipe? Pedro ou Gabigol? – notando que este último, devido à uma lesão, ainda vai ficar quase um mês fora, segundo apurou O Globo. A dor de cabeça não é tão simples de se resolver, mas há muito o que fazer e ótimas alternativas para atender a todos.

Pedro, Gabigol e Bruno Henrique: um ataque de estrelas. | Buda Mendes/Getty Images
Pedro, Gabigol e Bruno Henrique: um ataque de estrelas. | Buda Mendes/Getty Images

Antes de tudo, Pedro e Gabigol podem atuar juntos, sem maiores dificuldades, com o camisa 21 mais centralizado e o ‘9’ mais aberto na direita, por exemplo. Porém, a questão aqui não é esta. É saber, caso o treinador opte por apenas um, quem vai à campo, e aí entra uma infinidade de elementos do “mundo da bola”, como características dos atletas, momento, variação tática para cada partida e também a gestão de grupo.

O que isto quer dizer? Bom, pelo que foi visto até aqui da carreira da dupla, é muito mais fácil gerir o Pedro no banco do que o Gabigol. E isto não quer dizer que o camisa 9 vá fazer “birra” ou causar confusão, mas que, por inúmeros elementos, há mais chances de ele perder o alto nível de performance do que o ex-Flu. E aí que entra o trabalho de Domènec Torrent. O treinador vai precisar encontrar o ponto de equilíbrio.

Gabigol tem moral, mas vai ter que correr atrás. | Buda Mendes/Getty Images
Gabigol tem moral, mas vai ter que correr atrás. | Buda Mendes/Getty Images

De todo modo, hoje, na bola, pelo o que vem apresentando, pelo o que oferece ao setor ofensivo etc., o Pedro é o dono da posição e com ‘folga’. Porém, no futebol, existem muitos elementos a serem considerados antes de escolher quem entra ou quem sai – o esporte é assim. E, além disso, vale ressaltar que o Gabigol tem muito a oferecer e não pode ser “encostado” com tanta facilidade.

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