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Dólar volta a subir, Ibovespa cai e Bitcoin recupera 9% na semana

Anderson Mendes
·4 minuto de leitura

Apesar de acumular queda no mês, dólar encerra a sexta-feira (30) em forte alta, enquanto Ibovespa acompanha queda dos mercados internacionais e Bitcoin (BTC) volta a operar acima dos US$ 56.000.

Dólar cai durante a semana, mas fecha último pregão em alta

dólar
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O dólar encerrou a sexta-feira (30) em forte alta de 1,79%, sendo negociado a R$ 5,43. A alta poder ser interpretada como uma correção das fortes quedas que o ativo teve durante todo o mês. Além disso, questões políticas locais ainda preocupam os investidores. Apesar do último pregão, a moeda fechou o mês com uma queda de aproximadamente 3,5% em relação a março.

O dólar iniciou a semana em queda de 0,92%, sendo precificado a R$ 5,44. Na terça-feira (27), a moeda teve uma leve alta de 0,23%, com o mercado em cautela. Todos os olhos estavam voltados para os sinais que o governo dos Estados Unidos dariam em relação à sua política monetária. Outro fator decisivo foi a CPI da Covid no Senado, que tem indicado cenários desfavoráveis ao governo brasileiro.

Nos dois dias seguintes, o dólar voltou a desvalorizar, com quedas de 1,85% e 0,41%, respectivamente. A moeda fechou a quinta-feira (29) cotada a R$ 5,33, menor valor desde o fim de janeiro.

O principal motivo do recuo foi a decisão do Federal Reserve (FED) de manter as taxas de juros norte-americanas entre 0% e 0,25%. A instituição ainda afirmou que irá manter o seu programa de títulos de compra e estímulos econômicos para combater a crise causada pela pandemia.

Ibovespa segue queda dos mercados internacionais

Ao contrário do dólar, o último pregão do Ibovespa foi de baixa. A bolsa brasileira recuou 0,98%, sendo negociada a 118.893 pontos. O índice acompanhou as demais bolsas do exterior, que recuaram após dados indicarem que o crescimento na China desacelerou e que a zona do euro entrou em recessão técnica. Apesar disso, a valorização geral do IBOV em abril foi de aproximadamente 2%.

O Ibovespa encerrou a segunda-feira numa pequena baixa de 0,05%, a 120.594. Já no dia seguinte, a queda foi maior, totalizando 1%. Com isso, o principal índice da bolsa de valores brasileira voltou a ficar abaixo dos 120 mil pontos, se estabelecendo com 119.388.

Superada a crise sobre o Orçamento federal de 2021, o mercado passou a ter expectativas no avanço de diversas reformas no Brasil.

O presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira (PP-AL), chegou a afirmar que ambas as casas do Congresso estão trabalhando para votar até o fim do ano tanto as reformas tributária e administrativa, o que poderia trazer esperanças de uma boa semana para os investidores brasileiros. Entretanto, a instalação da CPI do Covid derrubou esse otimismo, o que ajuda a explicar a queda.

O cenário se inverteu na quarta-feira (28), com a bolsa subindo 1,39% e atingindo os 121.052 pontos, melhor marca dos últimos oito pregões. As decisões do FED e as mudanças na equipe econômica do governo brasileiro foram vistas com bons olhos pelo mercado. Entretanto, o otimismo durou pouco.

No dia seguinte, o Ibovespa voltou a cair, com prejuízo de 0,82%, devido a notícias negativas de algumas das grandes empresas listadas na bolsa. O setor aéreo foi o mais afetado, com a Gol e a Embraer registrando enormes prejuízos no ano.

Bitcoin retoma movimento de alta

Após duas semanas turbulentas, o Bitcoin voltou a dar alegria aos investidores. No fechamento da matéria, a maior criptomoeda do mundo acumula uma alta de aproximadamente 9% nos últimos sete dias, segundo o CoinGecko. A maior alta ocorreu na segunda-feira, quando a moeda conseguiu romper a resistência dos US$ 50.000, se estabelecendo acima dos US$ 54.000.

Naquele dia, Elon Musk foi ao Twitter para informar que ainda não vendeu nenhuma unidade do ativo da sua conta pessoal, apesar da Tesla ter vendido 10% da sua reserva em BTC recentemente.

O Bitcoin seguiu com a sua alta na terça-feira, operando acima dos US$ 55.200. Apesar das quedas nos dois dias seguintes, o BTC voltou a ter forte alta nesta sexta-feira, acima dos 7%.

A moeda encerra o mês de abril com desvalorização de 3% referente ao mês anterior, mas a alta recente já começa a fazer os investidores projetarem se o BTC terá forças para renovar sua máxima histórica em maio.

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