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Dólar volta a subir com receios sobre Fed e China

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*ARQUIVO* SÃO PAULO, SP, 09.05.2015 - Gráficos das recentes flutuações dos índices de mercado no pregão da BM & F Bovespa, na Bolsa de Valores de São Paulo. (Foto: Diego Padgurschi/Folhapress)
*ARQUIVO* SÃO PAULO, SP, 09.05.2015 - Gráficos das recentes flutuações dos índices de mercado no pregão da BM & F Bovespa, na Bolsa de Valores de São Paulo. (Foto: Diego Padgurschi/Folhapress)

SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - O dólar voltava a subir contra o real nesta terça-feira (26), embora a ritmo mais lento que o visto nas duas últimas sessões, com temores sobre um aperto monetário mais agressivo nos Estados Unidos e provável desaceleração na China continuando a prejudicar ativos arriscados ao redor do mundo.

Às 9h13 (de Brasília), o dólar à vista avançava 0,58%, a R$ R$ 4,9053 na venda.

Na B3, às 9h13 (de Brasília), o contrato de dólar futuro de primeiro vencimento subia 0,54%, a R$ 4,9120.

Na véspera, o dólar subiu 1,46%, a 4,8768 reais na venda, maior valor desde 22 de março passado (R$ 4,9153). Nos dois últimos pregões, a moeda acumulou alta de 5,59%.

Na véspera, o mercado financeiro mundial trabalhou sob o temor de que as restrições a atividades econômicas para o combate ao coronavírus na China provoquem prejuízos às cadeias globais de suprimentos, repetindo uma situação ocorrida no auge da pandemia e que está na raiz da atual inflação global.

No Brasil, o dólar saltou 1,49% e fechou cotado a R$ 4,8780, depois de ter chegado perto dos R$ 4,95 durante a sessão. Na sexta-feira (22), a moeda americana à vista já havia disparado 4,04%, a R$ 4,8060, maior valor desde o final de março e a mais forte alta percentual diária desde o começo da pandemia de Covid-19, em 2020.

Na Bolsa de Valores brasileira, o índice de referência Ibovespa caiu 0,35%, a 110.684 pontos. Durante o pregão, o indicador recuou à casa dos 109 mil pontos, frequentando uma região de baixa que não era visitada desde meados de março.

Riscos inflacionários devido à oferta de produtos vindos da Ásia reforçaram a expectativa de que o Fed (Federal Reserve, o banco central dos Estados Unidos) elevará agressivamente os juros para tentar conter a maior inflação no país em quatro décadas.

Apesar das preocupações de que uma dose exagerada da elevação dos juros para controlar a inflação conduza a economia americana à recessão, o mercado de ações dos Estados Unidos saiu do vermelho no final da sessão desta segunda.

Investidores aproveitaram para comprar papéis excessivamente depreciados. Isso incluiu as ações do Twitter, que subiram 5,66% com a notícia de que o bilionário Elon Musk fechou um acordo para comprar a rede social por US$ 44 bilhões (R$ 214 bilhões).

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