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Dólar volta a R$ 5 com Covid na China ampliando riscos da inflação

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*ARQUIVO* SÃO PAULO, SP, 09.05.2015 - Gráficos das recentes flutuações dos índices de mercado no pregão da BM & F Bovespa, na Bolsa de Valores de São Paulo. (Foto: Diego Padgurschi/Folhapress)
*ARQUIVO* SÃO PAULO, SP, 09.05.2015 - Gráficos das recentes flutuações dos índices de mercado no pregão da BM & F Bovespa, na Bolsa de Valores de São Paulo. (Foto: Diego Padgurschi/Folhapress)

SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - O dólar comercial voltou a tocar a cotação de R$ 5 na manhã desta terça-feira (26), patamar que não é frequentado em um fechamento diário desde 18 de março. A moeda americana caminha para o terceiro dia de altas significativas frente ao real.

Temores sobre um aumento de juros mais agressivo nos Estados Unidos e de uma provável desaceleração na China devido ao avanço da Covid no país exercem forte pressão negativa sobre ativos arriscados ao redor do mundo, como são vistos por investidores estrangeiros os títulos e as ações ligados a economias emergentes, como o Brasil.

Restrições às atividades econômicas nas principais cidades chinesas para a contenção do vírus representam ameaças à oferta de insumos e bens, problema que está na raiz da inflação global que está forçando a elevação dos juros.

Às 11h53, a moeda americana avançava 2,35%, a R$ R$ 4,9930 na venda. Momentos antes, havia atingido a máxima diária de R$ 5,00. Na Bolsa de Valores brasileira, o índice de referência Ibovespa recuava 1,54%, a 108.970 pontos.

Diante da alta no câmbio, o Banco Central informou a realização no início desta tarde de um leilão de 10 mil contratos de swap cambial tradicional.

Swap é um tipo de contrato derivativo que permite trocas de taxas ou rentabilidade entre ativos financeiros. No caso do swap cambial tradicional, o título vendido garante ao comprador a variação da taxa de câmbio acrescida de uma taxa de juros. Em troca, o Banco Central recebe a variação da taxa Selic.

O objetivo do BC com esse instrumento é evitar um movimento disfuncional do mercado de câmbio, protegendo a economia contra variações excessivas do dólar. É, na prática, uma injeção de dólares no mercado futuro. O aumento da expectativa de oferta tende a reduzir a cotação.

Nos Estados Unidos, o índice de referência da Bolsa de Nova York, o S&P 500, caía 1,41%. As perdas eram mais fortes no setor de tecnologia, indicava a queda de 2,43% da Nasdaq. Esse segmento é mais vulnerável à alta dos juros, pois possui empresas que precisam de crédito para crescer. O Dow Jones recuava 1,03%.

O índice de ações que acompanha empresas listadas nas cidades chinesas de Xangai e Shenzhen cedeu 0,81%, após ter afundado 4,94% no dia anterior.

O mercado financeiro mundial trabalha sob o temor de que as restrições a atividades econômicas para o combate ao coronavírus na China provoquem prejuízos às cadeias globais de suprimentos, repetindo uma situação ocorrida no auge da pandemia e que está na raiz da atual inflação global.

Riscos inflacionários devido à oferta de produtos vindos da Ásia reforçaram a expectativa de que o Fed (Federal Reserve, o banco central dos Estados Unidos) elevará agressivamente os juros para tentar conter a maior inflação no país em quatro décadas.

Pairam ainda sobre o mercado receios de que uma dose exagerada da elevação dos juros para controlar a inflação conduza a economia americana à recessão.

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